Xã Pô
Well, well, well… Vamos lá mudar o tom da coisa, que isto por aqui tem andado muito chôcho.
Esta noite passou em claro! Esqueci-me de dormir, ou lá o que foi...
Decidi-me a preparar um projecto com um objectivo difícil, difícil - mas difiiiícillll! -, carroça bem pesada para o burro, que anda exausto. A tarefa, que ainda assim julgara bem mais breve e simples, acabou por revelar-se longa e complicada – agradável, porém –, e nisso o tempo se esvaiu. Pouco depois da meia-noite eram já três, e alguns minutos bastaram para que fossem seis (pois, entrei em "para-fuso").
Um destes dias ainda vou ter que me decidir: ou durmo, ou vivo.
Ah!, e depois ainda terei que me debruçar sobre outra questão: ou durmo, ou morro.
… Caramba, a vida tem tantas decisões difíceis, não tem? Adiante.
Resultava, assim, que teria um dia longo pela frente, com muitas horas somadas a uma cabeça sem descanso. Logo por azar, sou bem mais imune ao café que à estupidez (e dizem c’a fé é que nos salva!).
Pois estava quase-quase a dar para o rabujenta, quando um verdadeiro milagre aconteceu:
Comprara eu um champô novo na véspera e…
… Sim, é verdade, vou falar do meu champô (quem quiser sair, aproveite agora, que ainda vai a tempo).
Facto é que, entrei no duche, e não tardou para que os efeitos se fizessem sentir!!!
Estão a ver aquele anúncio do Herbal? Pois é… Não tem nada a ver (estou certa de que teria notado). É algo assim como a mais-que-perfeita mistura de ingredientes indizíveis, numa fórmula especialmente leve, espumante e aromatizada, impossível de passar despercebida aos sentidos (e não, não revelo a marca, pelo menos enquanto a mesma não me fizer uma proposta irrecusável; ah, pois, é mesmo assim: ou há proposta irrecusável, ou recusa irrevogável!).
Vou agora abrir aqui um parêntisis de conversação, especialmente para as senhoras (até porque me dá ideia que este blog costuma ser mais tagarela com os rapazes; vá-se lá saber onde fui buscar esta mania!):
Lembram-se, por acaso, de um certo champô outro, cujo intenso cheiro a baunilha se mantinha por longo tempo, a fazer lembrar os bronzeadores da passada era, à base de óleo de côco? Pois bem… Este é mil vezes melhor, e nada tem de enjoativo. Digamos que o aroma nos acompanha durante todo o dia, mas subtilmente; como se quer. Ou seja: quem nos for bastante próximo não deixará de o sentir, mas aos outros passará despercebido (bem... talvez não à grande amiga, mas ainda não pude testá-lo para vo-lo dizer - olha, vou ligar-lhe!, já que para se estar com os amigos qualquer desculpa é boa).
E pronto! Aqui temos um post verdadeiramente fútil!!!
Com esta é que vos lixei, hem?...
Sempre quero ver alguém bater-me aos pontos! ;-)
Esta noite passou em claro! Esqueci-me de dormir, ou lá o que foi...
Decidi-me a preparar um projecto com um objectivo difícil, difícil - mas difiiiícillll! -, carroça bem pesada para o burro, que anda exausto. A tarefa, que ainda assim julgara bem mais breve e simples, acabou por revelar-se longa e complicada – agradável, porém –, e nisso o tempo se esvaiu. Pouco depois da meia-noite eram já três, e alguns minutos bastaram para que fossem seis (pois, entrei em "para-fuso").
Um destes dias ainda vou ter que me decidir: ou durmo, ou vivo.
Ah!, e depois ainda terei que me debruçar sobre outra questão: ou durmo, ou morro.
… Caramba, a vida tem tantas decisões difíceis, não tem? Adiante.
Resultava, assim, que teria um dia longo pela frente, com muitas horas somadas a uma cabeça sem descanso. Logo por azar, sou bem mais imune ao café que à estupidez (e dizem c’a fé é que nos salva!).
Pois estava quase-quase a dar para o rabujenta, quando um verdadeiro milagre aconteceu:
Comprara eu um champô novo na véspera e…
… Sim, é verdade, vou falar do meu champô (quem quiser sair, aproveite agora, que ainda vai a tempo).
Facto é que, entrei no duche, e não tardou para que os efeitos se fizessem sentir!!!
Estão a ver aquele anúncio do Herbal? Pois é… Não tem nada a ver (estou certa de que teria notado). É algo assim como a mais-que-perfeita mistura de ingredientes indizíveis, numa fórmula especialmente leve, espumante e aromatizada, impossível de passar despercebida aos sentidos (e não, não revelo a marca, pelo menos enquanto a mesma não me fizer uma proposta irrecusável; ah, pois, é mesmo assim: ou há proposta irrecusável, ou recusa irrevogável!).
Vou agora abrir aqui um parêntisis de conversação, especialmente para as senhoras (até porque me dá ideia que este blog costuma ser mais tagarela com os rapazes; vá-se lá saber onde fui buscar esta mania!):
Lembram-se, por acaso, de um certo champô outro, cujo intenso cheiro a baunilha se mantinha por longo tempo, a fazer lembrar os bronzeadores da passada era, à base de óleo de côco? Pois bem… Este é mil vezes melhor, e nada tem de enjoativo. Digamos que o aroma nos acompanha durante todo o dia, mas subtilmente; como se quer. Ou seja: quem nos for bastante próximo não deixará de o sentir, mas aos outros passará despercebido (bem... talvez não à grande amiga, mas ainda não pude testá-lo para vo-lo dizer - olha, vou ligar-lhe!, já que para se estar com os amigos qualquer desculpa é boa).
E pronto! Aqui temos um post verdadeiramente fútil!!!
Com esta é que vos lixei, hem?...
Sempre quero ver alguém bater-me aos pontos! ;-)
Ou era isto, ou a história da minha vida, e eu cá não tenho Kleenexs para esta gente toda (ups, cá vai publicidade; mas como esses são top of mind, menos mal). Entretanto, quaisquer pedidos de indemnização pelo tempo aqui perdido deverão ser endereçados para: Kamu Flada, P.O. Box 48 - Noland.
Ah, mas só eu sei, só eu sei!...
Perfeito, perfeito, perfeito, era se não tivesse tido nada mais que fazer durante todo o dia. Assim, tê-lo-ia decretado feriado (o meu dia pessoal do champô!). Não pôde ser, e por um lado ainda bem, pois pude pôr à prova a sua eficácia (um milagre tem que ser muito bem estudado, que andam para aí umas beatificações que me parecem algo suspeitas).
E não vos minto se vos disser que ele foi a resolução de todos os meus problemas:
- Tou atrasada? Não faz mal, que o vento traz ao rosto uns fiapos de cabelo com fragrância de cerejeira, e, num segundo, estou bem fora da cidade, num extenso bosque outonal;
- A minha maralha não se cala nem por um segundo? Não faz mal. Enrolo umas madeixas nos dedos, que, sedosas, deslizam suavemente, acalmando-me;
- A empresa não se dedicou ainda a deferir o pedido de aumento que lhes fiz depois das férias? Não faz mal. Observo que trago subtis nuances nacaradas, e que se fosse a fazê-las num cabeleireiro, era uma pipa de massa e não seriam naturais.
Enfim… Acho que encontrei a solução para a paz no mundo! (no meu, pelo menos).
Foi como se o meu líder espiritual tibetano (digníssimo mestre Xã Pô) me tivesse acompanhado todo o dia, depois de me ter escolhido como especial beneficiária da sua mais recente causa altruísta: a de embelezar um pouco os dias daqueles que já estão pelos cabelos! (Xã Pô Gutiê, parece que é como deseja ser chamado agora).
Ah, mas só eu sei, só eu sei!...
Perfeito, perfeito, perfeito, era se não tivesse tido nada mais que fazer durante todo o dia. Assim, tê-lo-ia decretado feriado (o meu dia pessoal do champô!). Não pôde ser, e por um lado ainda bem, pois pude pôr à prova a sua eficácia (um milagre tem que ser muito bem estudado, que andam para aí umas beatificações que me parecem algo suspeitas).
E não vos minto se vos disser que ele foi a resolução de todos os meus problemas:
- Tou atrasada? Não faz mal, que o vento traz ao rosto uns fiapos de cabelo com fragrância de cerejeira, e, num segundo, estou bem fora da cidade, num extenso bosque outonal;
- A minha maralha não se cala nem por um segundo? Não faz mal. Enrolo umas madeixas nos dedos, que, sedosas, deslizam suavemente, acalmando-me;
- A empresa não se dedicou ainda a deferir o pedido de aumento que lhes fiz depois das férias? Não faz mal. Observo que trago subtis nuances nacaradas, e que se fosse a fazê-las num cabeleireiro, era uma pipa de massa e não seriam naturais.
Enfim… Acho que encontrei a solução para a paz no mundo! (no meu, pelo menos).
Foi como se o meu líder espiritual tibetano (digníssimo mestre Xã Pô) me tivesse acompanhado todo o dia, depois de me ter escolhido como especial beneficiária da sua mais recente causa altruísta: a de embelezar um pouco os dias daqueles que já estão pelos cabelos! (Xã Pô Gutiê, parece que é como deseja ser chamado agora).
Ah, viva a cultura dos prazeres imediatos, desta Sociedade Chiclet (ups, another pub©)! E viva a Internet, pois! (a propósito)… E os chats, e os blogs, e "o diabo a sete" e outras expressões fúteis como esta!
Passo agora esta corrente aos seguintes blogs amigos:
Passo agora esta corrente aos seguintes blogs amigos:
(just kidding! :-P)
* Extra * Extra * Extra * Extra * Extra * Extra * Extra * Extra * Extra *
Afinal, a amiga de infância não notou (Uóoooo!). Mas tinha passado já muito tempo, o ambiente era pesado e havia excesso de elementos distractores (vulgo “barulho das luzes”, que é como quem (não) diz…). A fim de respeitarmos os critérios da metodologia científica, exige-se que a experiência seja repetida várias vezes ao dia, com diferentes amigas, em diversos locais e num ambiente controlado, i.e., sem variáveis parasitas como o recurso à ameaça velada ou à coerção, como no caso em apreço. Por fim, a expressão "notas algo em mim que tenha a ver com o cabelo?" deverá, a todo o custo, ser evitada.
Afinal, a amiga de infância não notou (Uóoooo!). Mas tinha passado já muito tempo, o ambiente era pesado e havia excesso de elementos distractores (vulgo “barulho das luzes”, que é como quem (não) diz…). A fim de respeitarmos os critérios da metodologia científica, exige-se que a experiência seja repetida várias vezes ao dia, com diferentes amigas, em diversos locais e num ambiente controlado, i.e., sem variáveis parasitas como o recurso à ameaça velada ou à coerção, como no caso em apreço. Por fim, a expressão "notas algo em mim que tenha a ver com o cabelo?" deverá, a todo o custo, ser evitada.
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