8 - Último momento
- "Porque sim, porque tinha de ser!"
- Porque não, porque não pôde sê-lo!
Esta(*) fecha-se por dentro. Por fora não tem trinco ou fechadura.
Mas tem frinchas, e a sua cor alegre não disfarça a erosão sofrida.
Não se sabe se está trancada, se volta a abrir. Eu não quero saber.
(4 Agosto, 16:37)
(*) Vide post "Closed", 28 de Julho (ao CS, pelo seu comentário).

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18 Comments:
É verdade, a cor alegre não disfarça a erosão sofrida. Mas já pensaste que apesar de toda a erosão sofrida a cor continua alegre?!
A erosão jamais poderia ser apagada. Ela não tem que ser má. Simplesmente acontece. Há que saber viver com ela e conseguir vestir na pele uma cor tão alegre como esta porta.
Quanto à fechadura ela deve existr. Apenas está num sítio em que só quem realmente conhece a porta sabe que a fechadura existe.
As frinchas, essas deixam perceber, num ou outro momento, aquilo que se passa dentro...
Quem diria que estamos simplesmente a falar de uma porta? Ainda me chamam de louca. Mas que (im)porta?
Beijinho,
sofi
Se pouco houver mais intrincado que uma porta amarela...
Se tudo for tão simples quanto ela...
LOL ;-)))
Querida APC!
Cá estou eu!
De facto, há aqui um enorme hiato (de Abril a Agosto) e, tanto quanto percebi, a sua causa foi a monografia de licenciatura.
Depois há umas férias não propriamente planeadas...eh eh.
Espero que tudo tenha corrido bem.
Atrevo-me a dizer que não tenho dúvidas que tudo correu bem!
Escreveste quasi uma tese ao comentar o meu artigozinho sobre o Guerra no Médio Oriente.
Obviamente que tudo ficou por dizer.
Tudo menos o essencial: a minha posição quanto ao assunto e a respectiva justificação, ainda que minimalista.
Mas se pequenos e simples textos não são muitas vezes entendidos, que se poderia dizer de outros mais longos e complexos.
Nem eu os saberia escrever, não tanto por me faltar o engenho e a arte mas sobretudo por não ser conhecedor profundo dos assuntos.
Mas sei o suficiente para ter uma opinião. E que me orgulho de ser a minha opinião.
Beijinhos
Hiato? Como assim? Pois se eu criei o blog em Abril e não parei de escrever até hoje...!...
O que tá o menino António a dizer, que eu já não entendo é nadica? Temos que tirar isso a limpo, meu jovem!
E - ena! - lá veio sua excelência ao meu blogas; mais très bien!!! (ainda que quasi por uma orelha, eheheh:-)
Já do teu blog me recusarei a falar neste meu aprendiz de'... Não aguentaria tamanha concorrência, e prontosssss!
Mas, meu querido António, como não passar por lá, a partir do momento em que me anuncias um post polémico? Poder-lhe-ia eu resistir?
Abracinhooooo :-)
Que bom abrir o meu blog e ler o teu comentário, adorei, e se por um bocadinho fui tua presença nas férias que bem que me sinto, obrigada. Em relação ao cãozinho, provávelmente bem melhor deixá-lo no Parque, tem liberdade, tem comida (acredito que sim), e quem sabe alguém que o possa recolher irá aparecer e lhe dará um lar digno, a doença é tratável, tudo é tratado, até mesmo esse abandono, fico triste quando isso acontece, abandonar, e também tantas vezes fui abandonada, mas como ser racional sobrevivi, e eles não o conseguem... Em relação ao mail vou tratar dele amanhã, prometo, e férias em Setembro, só tive uns dias poucos, em Setembro vou de malas e bagagens até ao Douro, e quando vier postarei algumas fotos como tu tão bem fizeste. Beijos
Apaixonante Douro!...
Guardo sagradas recordações de um cruzeiro perfeito numa época feliz! :-)))
Sê feliz também!!!
Espreitaste pelas frinchas? Hum? Hum? Era a primeira coisa que eu fazia...
(Não me orgulho... Ahahahahahahah)
:-*
...obrigado pela visita, pelas palavras e pelo texto do Romualdo sobre a sua Rosa (do qual gostei)
...a minha rosa é rosa mas não de nome; amar a minha rosa não é dificil nem dói excepto nos hiatos dos tempos que nos separam
...beijinho
Bonita porta.
Bonita mensagem.
Bonita traquilidade.
Bonito post.
* - Comentário menos bonito, mas é o que se arranja!
Besos e mais besos
A tranquilidade do lado de cá da porta ;-)
Sejas bem regressada, miúda!:-)))
]X[
Essa porta, assim descrita, parece bastante assimétrica.
Julgo, no entanto, ser uma característica tipicamente feminina conviver mal com portas simétricas, não será?
A porta fechada mas com frinchas é o eterno esconde-esconde de quem se quer refugiar mas, ao mesmo tempo, dar-se.
Quanto ao teu comentário no meu blog, estive a deliciar-me com o luar porque estava finalmente fresco na rua depois dum dia de calor abrasador.
Achei piada teres fixado o "norte" da minha varanda...
Com que então uma maldadezinha no meu post, andaste a espreitar por entre as fresta da porta amarela?
Abraço
Tens um desafio no meu cantinho. Beijos e boa semana
Fikei feliz pelo cãozinho, ainda bem k existem pessoas com bom coração. E k bom de regresso ao nosso convivio, embora seja mau porque terminam mais uns dias de férias. Espero pela resposta ao desafio
ola paula. desculpa a minha ausencia que podes pensar ou traduzir em desleixo. nao é. ando com um problema: gastrite, rssss
é verdade. não sabes o que isso faz a uma pessoa que detesta estar doente seja dalama seja do fisico.
olha... nao entendi muito bem o texto da porta. so tu é que sabes o que pretendes transmitir. cada frase é uma "readle" (espero que seja assim que se escreve"
beijinhos da leonoreta
ah! a ver se é hoje que te linko tambem
Carlinhos, felizmente conversámos sobre isso, ou ter-te-ia missentendido:-)
Entendes por assimétrica qualquer decisão tomada por um, que envolva dois. Pois sim, mas não é esse o preço por cada um de dois ser, em última instância, e apesar de tudo, um?
Quando algo em ti grita ou se cala, se dá ou nega, nasce ou perece, és tu - que és teu inteiro antes de mais - que o sentes, sem concílios, compromissos, negociações.
Assim como ninguém pede licença para se apaixonar, também não carece de autorização para assumir seja o que for que sinta. Se assim não fosse, nem o pouco de liberdade que te apraz ter terias.
No final das contas, a vontade de viver a intimidade a dois é, primeiramente, individual, ou não seria tão genuína, tão visceral, por vezes tão dolorosa.
E, apesar de tudo, há sempre algo de um lado e do outro de uma porta: duas realidades, vários movimentos em potência... Longe de ser assim tão unilateral, entre o que se quer fechado ou não tanto.
Eu desta, nem sei do trinco...
Um grande abraço.
Realmente possui uma plasticidade que me atrai.
Gostei muito!
Quero ver mais destas, pode ser?
Abraço,
FM
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