segunda-feira, setembro 25, 2006

À toi

Pour ce qui est de vivre
Ou de ne vivre pas,
Pour ce qui est de rire
Ou de ne rire plus,
Je m'en remets à toi

Pour ce qui est d'aimer,
Pour une part de chance,
Pour ce qui est d'espérer
Ou de désespérance,
Je m'en remets à toi

(...)

Tu vois, tu peux faire l'été
Tu vois, je peux porter l'hiver
Tu vois, on peut appareiller,
Tu vois, on peut croquer la terre.

(Je m'en remets à toi, Jacques Brel, 1965)

9 Comments:

Blogger * said...

antes de "josé cid" (esta é para morderes...) já eu era apaixonada pelo brel e tive um enorme desgosto qdo ele morreu!
mas este é-me imortal!

setembro 26, 2006 9:49 da manhã  
Blogger * said...

c'est pour moi, bien entendu!
:-)))))

setembro 26, 2006 9:50 da manhã  
Blogger António said...

Olá!
É a letra de alguma canção do Brel?
Ou é um poema que não foi musicado?
Não me lembro de o ter ouvido sob a forma musical.

Beijinhos

setembro 26, 2006 3:05 da tarde  
Blogger Unknown said...

Mónica obrigada eu n conhecia isto do Brel, mas eu tb conheço pouco dele, mas tenho aki alguns cd's e esta n conhecia.
Apc, lindo e vou tentar perceber onde encontrar com música que deve ser bastante bonito.

setembro 26, 2006 8:51 da tarde  
Blogger Diafragma said...

Espantoso pelas letras, espantoso pelas músicas, pela voz, pela forma de estar no palco. E sem efeitos especiais, nem luzes nem ecrans gigantes.
O que seria do mundo se não tivesse morrido tão cedo.

setembro 28, 2006 8:02 da tarde  
Blogger magarça said...

"Je m'en remets à toi"...não consigo encontrar nenhuma expressão em português que traduza a musicalidade do original.

setembro 28, 2006 10:43 da tarde  
Blogger artspotter said...

Quel beau parcours plein de surprises: une photo sur "palavrapuxapalavra", un commentaire par "apc", aller voir sur "camuflagens", retrouver Jacques Brel chez vous au Portugal en partant du "plat pays qui est le mien"(La Flandre)...

setembro 30, 2006 7:15 da tarde  
Blogger Besnico di Roma said...

O que me havias de lembrar, Jacques Brel, anos 60, ainda eu era vivo…

outubro 10, 2006 3:08 da tarde  
Blogger APC said...

Tu peut le considérer mordue, Monique! ;-)

António: Não sei se Brel a interpretou nalgum dos seus espectáculos, mas canta-a Charles Dumont, seu co-autor (e também de Non, Je ne regrette rien, imortalizado por Edith Piaf), no álbum "A faire l'amour sans amour", 1964. Mais recentemente (2004), Bruno Brel, o filho mais novo de Jacques, incluiu-a no seu álbum "L'Héritage".

Sininho e Diafragma: valeu, vale e valerá mesmo a pena!

R: é... É esse poder idiomático que fortalece a expressão, a mensagem! :-)

Arts: Peut pas croire!... De la Flandre, toi? Ça c'est une belle surprise! Merci pour ta visite; tu est toujours bienvenu. Je t'embrasse!

Besnico: paz à tua alma! ;-)))

novembro 13, 2006 5:05 da manhã  

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