Manias
Inaugurada a contagem decrescente, durante a qual não prevejo acrescentar muito mais do que de camuflado venho guardando, reparo que fui “rasteirada”. Assim, cumprindo com o papel que me cabe enquanto elo de uma corrente que me chega de um diabinho de cueiros de nome Francis, dono de uma Churrasqueira especializada em actualidades assadas na brasa comentarista, e da minha mui querida Lu do Pipocas e Carochas e do Arteminorca (ali há gato, ali há arte!), é com muito gosto que aceito responder ao desafio de ambos, pois não se recusam convites simpáticos como estes.
Trata-se, então, de um repto interactivo, ao género daqueloutro, o das Etiquetas (que consistia em listar algumas características peculiares), mas, desta feita, enumerando 5 MANIAS [e depois de escrever este rol, notei como umas e outras se assemelham], o que para mim é sinceramente difícil, porque me considero uma pessoa com muito poucas. Mais depressa aborreceria os demais com a falta de manias do que com elas, creio (é mais live and let live!). Mas vou tentar:
1. Da língua [não Francis, não é o que a primeira leitura aparenta]:
Amigos, colegas, conhecidos, familiares, formandos e desprevenidos são as minhas vítimas, em se tratando da expressão oral ou escrita. Um "á"(!), um "vou-vos", um "há-des", acentos em advérbios de modo terminados em “mente”, palavras esdrúxulas por acentuar ou deficiente pontuação, coloca-os mesmo a jeito como receptores da [mais elegante que eu consiga] rectificação. Isto, claro, apenas a quem costume escrever benzoca e seja capaz de acatar a observação com naturalidade, que emendar quem não tem [quer] emenda é tempo perdido (está bom de ver que também aprecio que dêem pelas minhas gralhas antes que se difundam). Já os “percebestes”, “prontos”, “a gente fomos”, “farei-lhe”, “fáçamos”, e outros da família, fazem-me por demais infeliz e abandono a missão, revoltando-me com os próprios, com as escolas, com as famílias, com o país e ainda acaba por sobrar para mim, não sei muito bem como. É uma mania, claro!... Como se os problemas de comunicação entre os seres humanos tivessem alguma coisa que ver com isto!...
Discurso escorreito, prolífero, fluente, com um adequado recurso à estilística e um agradável cunho pessoal, deixam-me bem disposta, seja lá a forma como me apareça ou o conteúdo que veicule.
2. Dos contextos:
Associo amiúde determinados locais e circunstâncias às pessoas com quem me agradou partilhá-los, e assim os aconchego na memória, gostando de os repetir: o café com natas com a Sandra no Saldanha, as imperiais nas tardes solarengas da esplanada frente ao rio, o chá com a minha querida Cila no CCB, as refeições inventadas à pressão, com a minha irmã Ester (pois-pois, tenho a mania de não seguir receitas!), os filmes com scones e champanhe com meu mui especial Rui, em Santarém… Coisas cuja repetição não são rotina (pelo contrário), mas uma espécie de culto!
Eu não ligo a castanhas, mas uma vez terá que ser, para que seja Outono. Eu abomino sardinhas, mas sabem-me magnificamente nos Santos Populares. Sei que voltaria a comer formiga-de-asa no eirado à beira-mato, se regressasse hoje à minha terra. E alguém teria que me meter dentro de uma camisa de forças (já bem ocupada, de preferência) para me impedir de provar qualquer iguaria que um determinado povo acolhedor me oferecesse, por mais duvidosa que essa fosse (olha, apanhei-me!: sou é uma experimentalista!... Entro em tudo o que é buraco, mexo em tudo o que é animal (irracional!)... Que mania, pá!).
3. Da escrita:
Escrever, escrever, escrever… Cartas, artigos, poemas, impressões, ideias vagas, momentos, projectos, sinopses… Em cadernos, folhas brancas, guardanapos de papel, rascunhos de sms, bilhetes, post-it, jornais, nos livros que leio... E os lembretes, a lápis, no tampo da secretária!… Escrever!!! [Ah, e entretanto, a mania de deixar tudo por aí, em qualquer lado, acabando perdido, pois é!].
É mais do que gostar de escrever. Eu gosto de viajar, de ler, de dançar, de gastronomia de fusão, de línguas estrangeiras, da evolução do pensamento e do comportamento do Homem, de me inteirar do progresso da medicina, de rir, de privar com pessoas interessantes… Mas escrever é mais que isso: é uma tentação, uma necessidade… Uma forte mania!
4. Das refeições:
Há muito que perdi a noção de como se faz para cumprir com essa coisa de pequeno-almoço, almoço, lanche, jantar e ceia. Na verdade, comer é quase sempre o último afazer da lista (qual lista?, e porque não me ocorre escrever uma lista? Ah, sim, claro: porque acabaria por perdê-la!...), e não raras vezes acaba esquecido. Daí que seja habitual perguntarem-me: - "Comeste alguma coisa?" ou "o que é que já comeste?" (com tanta coisa que gostaria que me perguntassem!...), ao que a resposta poderá ser: - "Não deu tempo; não tinha fome; como depois", ou "xi!, esqueci-me de todo!". É claro que o alarme do organismo acabará por chegar inoportunamente, e as mais das vezes afino com a interrupção: - "O que é que foi, agora, hem?... Até parece que ainda não comeste hoje!...”. E depois dou a mão à palmatória: - "Pronto, O.K., ainda não comeste hoje. Havemos de tratar disso!".
Esta mania de não comer conta?
5. Das manias:
Não gosto nadica de manias. Ça veut dire, não tenho muita paciência para a maioria das manias dos outros. Principalmente aquelas muito obsessivas e restritivas, de ter que ter aquilo sempre no mesmo lugar, ou que fazer aquela coisa àquela hora ou daquela maneira, e o diabo a sete. Do que gosto mesmo, é da capacidade de corresponder aos apelos do dia-a-dia espontaneamente, de forma flexível, liberta, adaptável à mudança e aceitando a surpresa.
Tenho a mania que as pessoas têm manias a mais para feitos a menos. E – já agora - que não se esforçam lá muito por aquilo que querem; que se findam na sua pobreza de espírito, encostadas às rotinas desmaiadas e amarelecidas, ao queixume cobarde e inepto, à crítica injusta e ignorante, à monocordia dos passos e das palavras, a regras que se lhe não vestem com harmonia, a falsas premissas que nunca questionaram, a uma forma cinza e muito incompleta de ser e de ser para os outros. Tenho essa mania, sim… Apesar de tentar compreender (ou escolhera a área errada) em cada caso o que a isso leva, e o sofrimento de quem consigo convive mal, e a existência de sonhos maiores mas castrados, e a dificuldade em instituir a mudança...
Digamos que até tenho um lado solar tolerante. Mas o meu lado lunar tem a mania! ;-)
Trata-se, então, de um repto interactivo, ao género daqueloutro, o das Etiquetas (que consistia em listar algumas características peculiares), mas, desta feita, enumerando 5 MANIAS [e depois de escrever este rol, notei como umas e outras se assemelham], o que para mim é sinceramente difícil, porque me considero uma pessoa com muito poucas. Mais depressa aborreceria os demais com a falta de manias do que com elas, creio (é mais live and let live!). Mas vou tentar:
1. Da língua [não Francis, não é o que a primeira leitura aparenta]:
Amigos, colegas, conhecidos, familiares, formandos e desprevenidos são as minhas vítimas, em se tratando da expressão oral ou escrita. Um "á"(!), um "vou-vos", um "há-des", acentos em advérbios de modo terminados em “mente”, palavras esdrúxulas por acentuar ou deficiente pontuação, coloca-os mesmo a jeito como receptores da [mais elegante que eu consiga] rectificação. Isto, claro, apenas a quem costume escrever benzoca e seja capaz de acatar a observação com naturalidade, que emendar quem não tem [quer] emenda é tempo perdido (está bom de ver que também aprecio que dêem pelas minhas gralhas antes que se difundam). Já os “percebestes”, “prontos”, “a gente fomos”, “farei-lhe”, “fáçamos”, e outros da família, fazem-me por demais infeliz e abandono a missão, revoltando-me com os próprios, com as escolas, com as famílias, com o país e ainda acaba por sobrar para mim, não sei muito bem como. É uma mania, claro!... Como se os problemas de comunicação entre os seres humanos tivessem alguma coisa que ver com isto!...
Discurso escorreito, prolífero, fluente, com um adequado recurso à estilística e um agradável cunho pessoal, deixam-me bem disposta, seja lá a forma como me apareça ou o conteúdo que veicule.
2. Dos contextos:
Associo amiúde determinados locais e circunstâncias às pessoas com quem me agradou partilhá-los, e assim os aconchego na memória, gostando de os repetir: o café com natas com a Sandra no Saldanha, as imperiais nas tardes solarengas da esplanada frente ao rio, o chá com a minha querida Cila no CCB, as refeições inventadas à pressão, com a minha irmã Ester (pois-pois, tenho a mania de não seguir receitas!), os filmes com scones e champanhe com meu mui especial Rui, em Santarém… Coisas cuja repetição não são rotina (pelo contrário), mas uma espécie de culto!
Eu não ligo a castanhas, mas uma vez terá que ser, para que seja Outono. Eu abomino sardinhas, mas sabem-me magnificamente nos Santos Populares. Sei que voltaria a comer formiga-de-asa no eirado à beira-mato, se regressasse hoje à minha terra. E alguém teria que me meter dentro de uma camisa de forças (já bem ocupada, de preferência) para me impedir de provar qualquer iguaria que um determinado povo acolhedor me oferecesse, por mais duvidosa que essa fosse (olha, apanhei-me!: sou é uma experimentalista!... Entro em tudo o que é buraco, mexo em tudo o que é animal (irracional!)... Que mania, pá!).
3. Da escrita:
Escrever, escrever, escrever… Cartas, artigos, poemas, impressões, ideias vagas, momentos, projectos, sinopses… Em cadernos, folhas brancas, guardanapos de papel, rascunhos de sms, bilhetes, post-it, jornais, nos livros que leio... E os lembretes, a lápis, no tampo da secretária!… Escrever!!! [Ah, e entretanto, a mania de deixar tudo por aí, em qualquer lado, acabando perdido, pois é!].
É mais do que gostar de escrever. Eu gosto de viajar, de ler, de dançar, de gastronomia de fusão, de línguas estrangeiras, da evolução do pensamento e do comportamento do Homem, de me inteirar do progresso da medicina, de rir, de privar com pessoas interessantes… Mas escrever é mais que isso: é uma tentação, uma necessidade… Uma forte mania!
4. Das refeições:
Há muito que perdi a noção de como se faz para cumprir com essa coisa de pequeno-almoço, almoço, lanche, jantar e ceia. Na verdade, comer é quase sempre o último afazer da lista (qual lista?, e porque não me ocorre escrever uma lista? Ah, sim, claro: porque acabaria por perdê-la!...), e não raras vezes acaba esquecido. Daí que seja habitual perguntarem-me: - "Comeste alguma coisa?" ou "o que é que já comeste?" (com tanta coisa que gostaria que me perguntassem!...), ao que a resposta poderá ser: - "Não deu tempo; não tinha fome; como depois", ou "xi!, esqueci-me de todo!". É claro que o alarme do organismo acabará por chegar inoportunamente, e as mais das vezes afino com a interrupção: - "O que é que foi, agora, hem?... Até parece que ainda não comeste hoje!...”. E depois dou a mão à palmatória: - "Pronto, O.K., ainda não comeste hoje. Havemos de tratar disso!".
Esta mania de não comer conta?
5. Das manias:
Não gosto nadica de manias. Ça veut dire, não tenho muita paciência para a maioria das manias dos outros. Principalmente aquelas muito obsessivas e restritivas, de ter que ter aquilo sempre no mesmo lugar, ou que fazer aquela coisa àquela hora ou daquela maneira, e o diabo a sete. Do que gosto mesmo, é da capacidade de corresponder aos apelos do dia-a-dia espontaneamente, de forma flexível, liberta, adaptável à mudança e aceitando a surpresa.
Tenho a mania que as pessoas têm manias a mais para feitos a menos. E – já agora - que não se esforçam lá muito por aquilo que querem; que se findam na sua pobreza de espírito, encostadas às rotinas desmaiadas e amarelecidas, ao queixume cobarde e inepto, à crítica injusta e ignorante, à monocordia dos passos e das palavras, a regras que se lhe não vestem com harmonia, a falsas premissas que nunca questionaram, a uma forma cinza e muito incompleta de ser e de ser para os outros. Tenho essa mania, sim… Apesar de tentar compreender (ou escolhera a área errada) em cada caso o que a isso leva, e o sofrimento de quem consigo convive mal, e a existência de sonhos maiores mas castrados, e a dificuldade em instituir a mudança...
Digamos que até tenho um lado solar tolerante. Mas o meu lado lunar tem a mania! ;-)
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E agora, o Francis vai ter que listar os sonhos mais escaldantes que teve este último ano [brevemente, num blog perto de si: “366 devilish hot dreams”! - Terá este sido um ano comum para o autor? Não perca!]. E à Philú caberá discorrer sobre o Tratado das Paixões p'los Animais, aplicado a todos quantos com ela têm a sorte de viver (por ordem alfabética e de comprimento dos bigodes).
E, chegado o momento de fazer reféns, deixem-me cá pensar... Huummm...
Da última vez desinquietei apenas meninas, pelo que esta será a vez dos rapazes.
Pois os excelsos contemplados com a passagem deste inqualificável testemunho são:
Cuotidiano – Porque o quotidiano ficou diferente! ;-)
Malefícios da Felicidade (do Rui) – porque os adultos também pedem histórias de embalar.
Mel no Frasco (do JPD) – porque o meu blog gostou do dele.
Papel de Fantasia (do Legível) – porque nos lê a fantasia do real! (sei que o teu estilo é bem outro, mas tenho a certeza de que conseguirás encontrar o perfeito ponto de encontro).
Pé-de-meia (do MFC) – porque o seu blog respeita uma ordem incorruptível e adoraria poder merecer que ele abrisse uma excepção.
Faço esta selecção como forma de destacar alguns dos mais agradáveis espaços que descobri tardiamente. Nesse sentido, o Churrascos & Co. do Francis seria, sem qualquer dúvida, um dos meus eleitos (o que aliás se nota, pela frequência com que o chateio!!!). E havia a elencar outros mais, bem entendido.
Aliás, têm mesmo que ser só cinco? Não pode antes ser a meia-dúzia, e sempre fica mais barato? Eu até já tenho o sexto elemento no banco à espera para entrar! Vá láaaa!!!...
Não, não pode? Bom, então lá terei que guardar para mim o nome que se seguiria; 'nada a fazer! ;-)
Aliás, têm mesmo que ser só cinco? Não pode antes ser a meia-dúzia, e sempre fica mais barato? Eu até já tenho o sexto elemento no banco à espera para entrar! Vá láaaa!!!...
Não, não pode? Bom, então lá terei que guardar para mim o nome que se seguiria; 'nada a fazer! ;-)
Et voilá!
Etiquetas: Bloguices


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31 Comments:
Que charme, rapariga, que charme! E ainda queres fechar este espaço? Nem pensar! Estás proibída!... Não estou a brincar!
Gostei da 1ª mania (da língua) com a qual me identifico. Nem sei como fui esquecer esta :-)
Os sonhos eróticos? Huum, não cabem aqui! Mas prometo conta-los... se ficares entre nós! Toma!
Mas olha, para além do resto, tens um humor formidável. Guarda-o, cultiva-o e não percas esse sorriso (O da cara tapada)
Um beijo GRANDE!
Excelente. Excelente! Adorei ler.
E assim se fica a conhecer, um pouco melhor, com quem nos cruzamos na blogosfera.
Grata pela partilha.
Um abraço e boa semana ;)
Pois sim, as minhas manias... como se eu tivesse disso!
E não é que tenho?
Já me apanharam na corrente em Fevereiro. Tenho um post sobre o assunto cujo link aqui deixo:
reslt link
(funciona? espero que sim)
_____________________
E agora outra coisa: sou muito pelo livre arbítrio e essas coisas do "cada um é que sabe de si" e tal, mas não posso deixar de concordar ali com o francis quanto à proibição que ele te impõe. Tenho dito.
Eta mulher! Aos poucos descamasfulaste?ou lá como se escreve…(corrige que não me chateio…)
Abraço q ando a correr…
Estou estupefacta! ultrapassaste-me pela direita! Adorei ver o meu logotipo no teu espaço, junto de um diabinho. Obrigada!
Depois, tanta coisa haveria a dizer sobre a tua escrita, sobre a riqueza que és, a forma como vês o mundo.´Foi um privilégio conhecer-te neste mundo virtual/real!
Ai queres saber dos meus bichos? Como queres? Explica-me!
Beijinhos, Lu
Sou um estranho!
Foi por mero acaso que descobri este cantinho e adorei, confesso!
Não vou fazer aquela idiotice do: "olha, adorei o teu blog, passa pelo meu também".
Até me arrepio ao ter escrito isto, juro e só não me esfaqueio porque talheres não os tenho à mão!
Se eu quisesse criar nervos escrevia assim: Bem, as tuax maniax são fixolas e a ManeIRa comuh Ax DesCreVESteS FOI O mÀxiMUh, etc etc... Mas não o vou fazer!
Eu não ligo muito a manias, até porque fazem parte da pessoa que as tem e simplesmente as aceito ou não ( sou muito simplista nesta vida! Outra também não tive, acho... ).
O que eu posso dizer é que fiquei maravilhado pela maneira como as descreveste e pudera eu escrever assim: tecnicamente perfeita, acho, de uma maneira escorreita e deliciosa que prende a atenção de quem lê.
Parabéns!!!!!...
AdUrei! ( eheheh, maldade )
Voltarei se assim me for permitido.
Realça a mania de escrever. O que vale é que escreves muito bem! Quanto à outra mania de corrigir os erros de ortografia e ouros, passo a ficar cheia de medo de te comentar...
Tou um bocado afastada mas um dia destes conversamos mas chego aqui e acho que te deixei uma coisa parecida no meu blogue é um desafio. Beijinhos
Agradeço a nomeação e os adjectivos que a acompanharam mas...
... já respondi a esse desafio no blog colectivo "Experimências" no dia 9 de Fevereiro do corrente ano. Recordo perfeitamente que era quarta-feira, chovia que não era brincadeira e que o post se intitulava "Cinco Manias e Quatro Estados d´Alma".
(http://mansoa.blogspot.com)
Tu e o teu huamor... e as nossas palavras!
Sabes que é espantosa a forma como tu encaras os temas, este jogo das "manias" corre na net desde 2005(fui apanhada 3 vezes)nunca, mas nunca, li uma exposição tão interessante como a tua.
Isto não são "manias" simples e baratas enroladas num cartucho de letras.
É um autêntico exercício de revelação/provocação ao leitor.
É um colar de pérolas!
P.S. Pensa de novo, no final do blog:)
Ordem incorruptível?!
Oh... mas isso parece algo de pré estabelecido e imutável que é o contrário do que pretendo que o Pé seja.
Quanto ao repto... está já aceitee com muito gosto.
Lá irei "confessar" as manias confessáveis... lá farei uma auto análise para ver se descubro algo que me surpreenda.
Olha que há coisas em que somos parecidos... depois verás!
Avisarei quando sair... sim, que isto tem que ser bem pensado para parecer... espontâneo!
Revelas-te de uma forma surpreendente! Gostei!!!
Um beijo...
Querida amiga,
Folgo pois em saber que és uma pessoa de manias requintadas...
É realmente uma pena que encerres ao público as portas do teu palacete. Isto só porque tenho a mania de te ler. Só por isso mesmo!
Um beso com a quentura da época que se avizinha.
Palavras para quê?
Iria estragar o panorama.
;)
******
e olha...
a esta hora nao se le nada.
desisti. pegarei de novo.
adeus
c.
et voilá!
as tuas manias estão demais. porque consegues exprimir bem o que pensas.
leio-te e ouço-te respirar.
beijinhos da leonoreta
Amigapoema,
Acabei de vir de um blog cujo post versava sobre os amigos, o bem que nos fazem e etc., etc., etc. E sabes, posso até não escolher bem os homens por quem me apaixonar, mas os amigos....são escolhidos direitinho. Você é o melhor dos meus exemplos, nos últimos tempos.
Repensa bem essa tua história de fechar a casa. Além do oceano entre nós, muito raramente terei acesso ao teu senso de humor invejável, à tua escrita impecável, teu amor pelas palavras....enfim....repensa, mulher!
Beijo, ao som de Caetano Veloso.
Isto é o que eu chamo de uma exposição extra-large! :)
Francis: esse sorriso aconteceu com o teu comentário. Obrigada, és um amor!
Epa... Quando a Menina gosta de me ler, eu já gostei de ter escrito! :-) Um abraço para ti!
Rui: poix!, como pude achar que seria a 1ª a escalar o Everest? :-( Mas já lá fui, adorei e comentei. O Plaza... Ah, o Plaza! :-)
João: kais kurrije, kais k!... Jogar com quem finge que perde não tem a mesma graça! ;-) Corre-corre, mas regressa!
Lu: sabes que fico sempre sem jeito de te responder por aqui? É tão pouquinho, não é? Só sei mesmo agradecer-te, feliz e orgulhosa do nosso encontro.
E dos teus queridos bichanos podes falar-me sempre e como quiseres, é claro! Um grande abraço!
Ferrus: Hi, stranger! Agradeço a visita e o elogio. Bem-vindo! :-)
Luísa: passa é a ter medo de mim, se não comentares! ;-)))
Sininho: pois, missão cumprida; mas obrigada por me teres desafiado! :-*
Legível: I knew it! I just knew it!... Lá ficamos nós sem saber onde termina a realidade e começa a fantasia! Gostei :-)))
Daniel: TU e a tua sensibilidade... E as nossas palavras! :-)
Maria: tinha meia dúzia de castanhas assadas enroladas em folha de lista telefónica e, quando fui a ver, haviam sido transformadas em pérolas... Por ti! :-)))
[E eu pergunto: - "E agora como o quê?", Lol. Vou à tua Casa ver o que lá há! ;-)]
MFC: Ah, mas tu não interpretes assim, oubistes? Quis apenas elogiar a coerência que imprimiste ao teu blog, apresentando-nos diariamente uma imagem e um tema. Mas é claro que já te estou a desacatar... É mais forte que eu, e senti que podia! ;-)
Frog: obrigada, meu caro. Um beijo para ti.
Nes: também folgo em saber que tens uma mania requintada (joke). Obrigada, minha querida... Por sempre! :-*
Estranha: as tua palavras foram sempre um benefício! :-*
Hole: vou perdoar-te essa, pelas horas que já eram! ;-)
Leonoretta: à hora a que me leste creio que ainda dormia; ressonaria eu?! :-O
Grata, Leo. Um grande beijinho.
Letícia: obrigada por essa coisa LINDA que me disseste, e que faz o oceano sentir-se gota. É recíproco, tu sabes! :-*
Quanto às outras escolha... Bem, humm, errr... Pois! ;-)
Capitão: ou era ou não era! ;-)
Caramba, Maria!... E não é que tinhas mesmo lá [23 Nov.] algo para comer? Incrível!!! :-)
Realmente descrever desta forma as "manias" é obra, e boa obra.
Também me desafiaram, mas não entro no jogo, pois sempre me parece que a fronteira entre hábitos e manias é tão ténue que correria o risco que não acertar em nada, e em boa da verdade manias, manias não me reconheço nenhuma.
Bjs
TD
"... eu deixei de escrever... porque deixei de viver a minha alma...agora contento-me com as palavras dos outros, tal como as tuas, que me leem a alma..."
Sabes quem disse isto?
Lê a minha alma...
Beijo ;)
hum... suspeito de uma outra mania mas... vou embora :)
boa tarde aqui! (tenho várias, já entrei na brincadeira, nenhuma delas tem nada com horários rígidos... credo!!! mas uma delas é ver se as pessoas apreciam uma boa brincadeira..)
Gulosa!!
Eu prefiro morangos!
Beijoca:)
Beijos de bom fim de semana
Adorei APC! A mania da lingua e a mania de escrever absolutamente patentes neste teu brilhante texto. Muito bem humorado! Beijo
Teresa David: é... A fronteira esbate-se por entre perspectivas, concordo inteiramente. Obrigada! Bjs.
Teresa Durães: boa tarde aí também, Houston!;-) E venham elas!... A brincadeira, a mania, a Teresa!:-)
Sininho: obrigada, igualmente.
Maria: eu também prefiro um morango a um tomate em cima de uma casa de chocolate (onde é que já se viu isso?)! :-)
Papoila: Ah, tão bom, tão bom!:-) Obrigada. Um beijo para ti e uma óptima semana.
Olá!
Um excelente exercício de boa escrita.
Ahh...mas não ouses convidar-me para responder a estes...como se chamam...desafios, ok?
Beijinhos
António: tu não ouses dizer-me "não ouses"! ;-)))
Olá, vim devolver a simpática visita e comentário que me deixaste em Julho. E vim só agora porque estive ausente e só voltei de férias há pouco tempo.
Gostei muito do teu texto, dá para ter uma leve ideia da tua maneira de ver a escrita e a língua.
Vejo que paraste em Julho, estarás de férias?
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