quinta-feira, maio 11, 2006

O Infinito...

... Fica para lá das amarras.

(APC, Cais do Jardim do Tabaco, 11/05/2006, 14:30)

Dói esta corda vibrante
A corda que o barco prende
à fria argola do cais
Se uma onda que a levante
vem logo outra que a distende
Não tem descanso jamais.

(António Gedeão - Vidro Côncavo, 2ªestrofe)

Etiquetas:

2 Comments:

Anonymous JCARLOS said...

E a ti, minha amiga, que crês no mundo dos homens.
Por ti eu calo o que nem sei sentir
Por ti eu escondo a alegria de te viver
Por isso não te posso ainda
Nem jamais cantar
Como eu te queria
Minha amiga
"Porque a Amizade canta. Não descreve..."

maio 17, 2006 10:12 da tarde  
Blogger APC said...

Tu vais matar-me; eu sei que me vais matar (!)... Mas preciso de ti para fazer um brinde a uma tal viagem anacrónica em que lógicas artificiais se vaporizam por entre palavras soltas tão superiores ao tempo, unindo dimensões em uníssonos existenciais:
- Ainda não tinhas nascido quando eu escrevinhei aquilo!
- E agora estás a ler o que eu escrevi!
- É incrivel... as voltas que a vida dá! (...)

Ora, sendo o "aquilo" o grande final, pergunto eu: ao desafiares agora a lei, viajando do fim para o princípio, estás a ser irreverente ou coerente? ;-)
[E aproveito para lembrar que desafiando a lei penal vais preso; ou seja, se me matares!]
Obrigada por estofares "este" recanto com o teu afecto inigualável!

maio 18, 2006 1:28 da manhã  

Enviar um comentário

<< Home

Desde Fevereiro de 2007