O Infinito...
... Fica para lá das amarras.
(APC, Cais do Jardim do Tabaco, 11/05/2006, 14:30)
Dói esta corda vibrante
A corda que o barco prende
à fria argola do cais
Se uma onda que a levante
vem logo outra que a distende
Não tem descanso jamais.
A corda que o barco prende
à fria argola do cais
Se uma onda que a levante
vem logo outra que a distende
Não tem descanso jamais.
(António Gedeão - Vidro Côncavo, 2ªestrofe)
Etiquetas: Diários de Quinta
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2 Comments:
E a ti, minha amiga, que crês no mundo dos homens.
Por ti eu calo o que nem sei sentir
Por ti eu escondo a alegria de te viver
Por isso não te posso ainda
Nem jamais cantar
Como eu te queria
Minha amiga
"Porque a Amizade canta. Não descreve..."
Tu vais matar-me; eu sei que me vais matar (!)... Mas preciso de ti para fazer um brinde a uma tal viagem anacrónica em que lógicas artificiais se vaporizam por entre palavras soltas tão superiores ao tempo, unindo dimensões em uníssonos existenciais:
- Ainda não tinhas nascido quando eu escrevinhei aquilo!
- E agora estás a ler o que eu escrevi!
- É incrivel... as voltas que a vida dá! (...)
Ora, sendo o "aquilo" o grande final, pergunto eu: ao desafiares agora a lei, viajando do fim para o princípio, estás a ser irreverente ou coerente? ;-)
[E aproveito para lembrar que desafiando a lei penal vais preso; ou seja, se me matares!]
Obrigada por estofares "este" recanto com o teu afecto inigualável!
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