sábado, outubro 28, 2006

En passant...


Tu pensas muito, eu sinto demais.

Pensas demais, sinto muito!

(27 Setembro, rumo ao Porto, algures perto de Aveiro, pela uma da tarde.
Fotografias tiradas com telemóvel, da janela do comboio em andamento).

38 Comments:

Blogger Leticia Gabian said...

E o comboio levava esse seu pensamento sobre alguém que tem pensamentos demais e sentimentos de menos.
Beijinhos sentidos.

outubro 29, 2006 12:39 da manhã  
Anonymous Juda said...

Olá... Muito bem, gostei... um abraço...

outubro 29, 2006 12:45 da manhã  
Blogger ARTEMINORCA said...

Obrigada pelas fotos! E pelo sentimento que tas fez pensar em mim... Quanto ao pensante... Sabes bem que me identifico contigo!!!
Beijinho grande, Lu

outubro 29, 2006 1:16 da manhã  
Blogger cuotidiano said...

Pouca terra, pouca terra... para tanto céu!

Beijo

outubro 29, 2006 2:23 da manhã  
Blogger Desambientado said...

DE facto a beleza está em quem a vê. Fiz tanta vez a viagem Lisboa - Aveiro de comboio, e não me lembro nunca de ter visto esta excelente paisagem.

Beijinhos.

outubro 29, 2006 10:38 da manhã  
Anonymous Nes said...

Gosto das fotos, mas sei que tens ainda mais bonitas no teu album pessoal. Aquele em que guardas as outras que tiras com a única máquina que não transfere dados em formato imagem... pelo menos aos olhos de que te vê e revê.

Beso e continuação de boas viagens (de comboio ou mesmo sem pagar bilhete!)

outubro 29, 2006 5:01 da tarde  
Blogger Leonoretta said...

fotos tiradas com telemovel num comboio em andamento?
ahhhhhhhhhhhhh!
a minha maquina é digital e é uma beleza. azulinha fluorscente. a objectiva sai quando a ligo. tenho uma minox manual assim tambem mas tinha que jogar com a velocidade a luz etc...

seja como for as fotos estao uma beleza.ha um com as cores de outono digna de um postal

beijinhos da leonoreta.

outubro 29, 2006 7:49 da tarde  
Blogger Maria P. said...

"En passant"?...sinto muito.

bjo:)

outubro 29, 2006 9:17 da tarde  
Blogger Papoila said...

Fotos belas e captadas com mestria. Beijo

outubro 29, 2006 10:03 da tarde  
Blogger mfc said...

Que jogo de palavras mais original e bem conseguido!
As fotos?! A documentação de uma viagem monótona que faço duas vezes por mês semi acordado,semi adormecido!

outubro 29, 2006 10:10 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Quanto a mim, essa natureza encontra-se despida de frescura e vida.

Beijos com côr, querida camuflada ;)

outubro 29, 2006 10:36 da tarde  
Blogger mixtu said...

pensamento...
sentires...
viagem...
trem...

"en passant"... como todos os momentus....

beijos desde o Mali

outubro 29, 2006 11:29 da tarde  
Anonymous jo said...

Eu penso muito e sinto demais. Fragilidades que tento superar, mas que não tenho conseguido ultrapassar! Um dia, quem sabe, virei a dizer: eu penso pouco e nada sinto. Bjs

outubro 29, 2006 11:39 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Para fotos tiradas com um telemóvel num comboio em andamento, estão excelentes. E pensava eu que me ajeitava um poucochinho a fazer fotografia. Vou já retirar as fotos que tenho na minha galeria no Olhares, e lá se vai a minha ilusão de ser fotógrafo. Quanto a Sintra minha amiga, já vi que a conheces profundamente, que a aprecias e que tens dela boas recordações. Sintra sabe guardar religiosamente os nossos segredos. Os de hoje, os de ontem, os de sempre. Um beijinho amigo

outubro 29, 2006 11:54 da tarde  
Blogger Nucha said...

Xispa! O que é de mais é moléstia! De telemóvel, em andamento, através da janela do comboio?!!... Apetecia-me ser do Puarto e mandar um palabrón! :-) Lindas!

Se o conflito é num só e é em ti, lamento...

Que me dizes sobre o demais/ de mais? tu que te interessas por essas coisas?

outubro 30, 2006 12:06 da manhã  
Blogger António said...

Olá!
Felizmente não era um TGV a 350 km/h, senão as fotos teriam ficado muito piores.
Estas até estão jeitosas.
Obrigado pela visita e pelo comentário.
E só havia dois brinquedos...pelo menos ali.

Beijinhos

outubro 30, 2006 12:16 da manhã  
Blogger António said...

Sabes o que é o melhor nestas fotos?
Hummmm...sabes?
As núvens!

Beijinhos

outubro 30, 2006 12:21 da manhã  
Blogger Carla Augusto said...

Parabéns pelo blog!

outubro 30, 2006 2:54 da manhã  
Blogger holeart said...

é dificil nao gostar

estou a ficar com medo

uma janela de comboio e um telemovel? meu deus. que cumplicidade.

e os doces olhos... onde entram?

é dificil nao gostar

é assim que ela nasce.

bom...

outubro 30, 2006 5:35 da manhã  
Blogger ART&TAL said...

nao é má altura...

delatores...

nem queiras saber..

santo dia

(hole)

outubro 30, 2006 6:24 da manhã  
Blogger Luisa said...

Achas impossível pensar muito e sentir muito? Quem pensa não sente? Quem sente não pensa? Há alguma verdade nisso: quem muito pensa não se arrisca por caminhos em que há muito que sentir!

outubro 30, 2006 12:16 da tarde  
Blogger AS said...

Podes crer que á medida que te aproximas do Porto, até as fotos ficam mais belas!... :))

Um terno beijo...

outubro 30, 2006 1:51 da tarde  
Blogger Teresa Durães said...

porque há pessoas com um telemovel, num carro em andamento tiram fotografias assim e outras nem com câmaras automáticas ou xpto não tiram uma de jeito????

pois pois...

(isto para não falar em desenhar, pintar, e todo o tipo de trabalhos manuais....)

outubro 30, 2006 5:12 da tarde  
Blogger Sininho said...

E nesse dia o comboio levava alguém tão especial quanto essas belas fotografias, tu n pensas demais, eu acredito que todos os teus pensamentos são tão belos que são demais para todos nós. Boa semana

outubro 30, 2006 10:06 da tarde  
Blogger Estranha pessoa esta said...

Esse jogo...
Essa balança...

:)

outubro 30, 2006 11:52 da tarde  
Blogger Rui said...

Sentes muito o que pensas muito.

(Obrigado, mesmo. Foi bom ler o texto no minuto após ter colocado ponto parágrafo no outro jardim.)

outubro 31, 2006 12:27 da manhã  
Blogger APC said...

Letícia: É… O comboio levava esse pensamento e esse sentimento!

Juda: e eu gosto que o amigo goste! ;-)

Artemis (lol): - “A Lu deve andar por aqui pértinho!”… :-)))

Cuotidiano: ... De uma completude desarmante!

Desambientado: porque o que fazemos amiúde não mais pode ser raro, apenas por isso!(?) :-*

Nesinha: tenho até um álbum com belas fotos do que nunca existiu, imagina! Beso para ti! :-*

Leo: Lolol… Prazer em conhecer a tua máquina (e azulinha, ainda por cima; isso já é demais!;-) Também gosto particularmente da 1ª imagem, e elas seguem um progrediente de colorido, cfr. melhor se percebe no comentário ao Lois.

Maria: bom, não é que me estivesse a passar! Lololol ;-)

Papoila: merci bien, ma chérie. Todavia, o factor sorte teve aqui o papel principal. Eu apenas carreguei num botãozito, e, à conta da velocidade do Alfa, sem a menor noção de como iria ser o resultado; e, quando vi, fora este! :-)

MFC: ena!... Estava a precisar de um homem das palavras por aqui! Obrigada! :-) Quanto à monotonia das viagens…!
[Rien a dire de plus à present! ;-)
Still, maybe another time! :-)]


Lois: mais c’est pas vrais!... A primeira imagem mostra ainda o efeito do fogo sobre a natureza, mas vemos também que o verde já começava a ganhar a batalha, e até os vermelhos se afirmavam, como uma paixão que ao visitar terreno árido tudo faz acontecer, provando que esse não é estéril!

Mixtu: de Burkina Faso a Mali, ciranda este novo visitante a quem dou as boas-vindas a umas camuflagens que “tugamente” o acolhem! :-)

Jo: espero que nunca o digas, minha querida. Nunquinha-da-Silva! [Jamais, Salomé!] :-*

Mamito: Eh pá, temos cavalheiro in the house! :-)
E eu vou seguir os teus Olhares… Sobre Sintra e sobre o mundo! Beijo amigo para ti.

Nucha: ia no comboio ascendente… Não era, pois, o do Zeca, mas assim também não foi uma seca! Elogio de uma fotógrafa de mão-cheia, pois sim!... És uma querida! :-)

PS – Eu cá acho demais a língua portuguesa! E precisava de mais tempo para a estudar melhor!

António (I): Eheheh… Obrigada (acho!?).
De nada, conta sempre. Mas nunca te esqueças de agradecer, que é preciso! ;-)

PS – Duas por onde escolher é pouco, né? Deves-deves!... :-P

António (II - porque ainda não tinhas gozado o prato todo!;-):
Não, não sabia, mas agora fiquei a saber! :-)))
[Porque és tão mau pamim, António Castilho?;-)]

PS – Já ouviu falar em “valor simbólico”? É algo assim para o abstracto, vago e etéreo… Tipo as nuvens, tá a ver? ;-P

Carla: obrigada e bem-vinda! :-)

Holeart: :-))) É… Pode bem ser!... [Obrigada!;-)]

Luísa: questão pertinente; para me alongar um pouco... Amanhã, pode? Beijinho grande! :-*

Frog: hum… frase dúbia, essa. Será de quem se aproxima, ou daquilo de que se aproxima?... Na dúvida, vou já avisando que os regionalismos ficam à portinha desta casa, ouviu? :-) Beijoka!

Teresa: mas ele há disso? - ou apenas se não insistiu ainda o suficiente? Será que não se pode ganhar o “destino” p’lo cansaço, contrariando as aparentes profecias? :-) Ainda assim, repito o que disse supra: lá aconteceu calhar bem!... Mais a mais, estava inspirada! ;-)

Estranha balança que desempatou o jogo! (deixando aquela sensação do moeda ao ar, no futebol; é que ao menos a penalties sempre se chuta, e seja o que Deus quiser!).

Rui: pensei que gostasses. Senti que gostaste! :-)

outubro 31, 2006 4:47 da manhã  
Blogger Luisa said...

Muito claro e directo, como sempre, o teu comentário no nosso nlog. Concordo inteiramente que é um perigo dizer-se o que se come ao pequeno almoço... é uma maçada ser-se aquilo que os outros nos obrigam a ser...

outubro 31, 2006 4:53 da tarde  
Blogger Sininho said...

Pensar sentir olhar, sentimentos, emaranhados, camuflados, fotografias belas, cores, só tu.Bjs de bom feriado

outubro 31, 2006 9:51 da tarde  
Blogger ALF O Extasiado said...

Que lindo. Captaste em certos momentos a paisagen. uma paisagem que merece mais atenção do homem.
Lindas fotos.

;)

outubro 31, 2006 10:08 da tarde  
Blogger APC said...

Querida Luísa:
Eu não acho nada impossível!;-) E esse “muito” é extremamente relativo (como se usa agora dizer ao desbarato, mas aqui por ser de facto).
Sim, quantos de nós, a braços com ambas as dimensões, as elevamos a um nível que chega a ser difícil de sustentar, sentindo e pensando, pensando os sentimentos, sentindo os pensamentos, não raramente em longas e dolorosas espirais reflexivas, quando não mesmo contraditórias; que sempre passam... E se repetem!? :-)
Mas sem dúvida que o racional e o emocional, embora coexistam (e - vem o nosso António Damásio descobrir a careca do discurso cartesiano - não há razão sem emoção!) jogam em duas frentes opostas (Freud). Em última instância (no limite, se falássemos em psicopatologia), diríamos que o indivíduo racional ao extremo representará o obsessivo, ao qual está em falta a emoção, pois que dela se vem protegendo, na sua rigidez de pensamento, com a sua carapaça narcísica; e ao histérico fará falta a modelação pelo pensamento, por forma a conter o seu generoso (extremoso e até espalhafatoso) caudal afectivo.
Os indíviduos demasiadamente racionais não são espontâneos, bem entendido. Já quem "sobretudo sente", tenderá a agir por impulso. Está bom de ver que os extremos são pobres, e que há momentos na vida em que aproveita corresponder mais de uma forma, de outra, ou equitativamente, encontrando o justo equilíbrio, que nos permita sobreviver, relacionando-nos com os outros e connosco próprios, com saúde mental, capacidade de adaptação às situações, o menor sofrimento psíquico (pois sim!...) e um mínimo de amor próprio.
Só que, vejamos, há situações-limite, é ou não é?... Que ou tu as dispensas da tua vida (e há quem as não queira, porque são exigentes, desgastantes, extenuantes), ou então, para as viveres em pleno, só se as sentires também em pleno, sem medos, com o entusiasmo que as caracteriza. E “o entusiasmo é um vulcão no topo do qual nunca cresce a erva da hesitação” (Calil Gibran).
As verdadeiras paixões não se querem pensadas e planeadas, mas sentidas e vividas. Ninguém escolhe apaixonar-se, it just happens! E quem não se sente bem usufruindo daquilo que lhe acontece sem sua prévia programação e demarcação, não é um Homem Natural, porque natural é a vida interferir nos planos que fazemos; e nenhum plano é tão perfeito que se baste a si mesmo; o resto vai da nossa natureza. É claro que por vezes sentimos que determinadas coisas nos acontecem “na hora errada”, mas também parece certo que a solução não passa por procrastiná-la ad eterno, porque a falta de a viver quando seria de a viver, pode muito bem esvaziá-la de esperança, de vontade, do tal entusiasmo. Se o sentimento for deveras forte e especial, o que acontece é que fazemos da “hora errada” a “hora certa”, porque há coisas e pessoas que, ao surgir-nos, simplesmente nos acertam o mundo.
Neste caso em concreto, pensar muito o que se sente, é tentar reduzir a uma dimensão controlável aquilo cujo valor é exactamente o de ser espontâneo, intuitivo, genuíno. É empobrecê-lo.
Subscrevo por inteiro estas palavras: Quem começa a entender o amor, a explicá-lo, a quantificá-lo, a qualificá-lo, já não está a amar” (Roberto Freire, psiquiatra e escritor brasileiro). E, a mon avis, quem escolhe adiar uma paixão para momento mais oportuno também. Porque não há momento mais oportuno para viver o sentimento, do que aquele em que o sentimos!
[O que nos levaria à noção de Kairos, como momento ideal e decisivo, conceito sobre o qual ando há tempos para dar um cheirinho neste blog, mas nunca mais tenho o tempo e alma necessários].
Em suma, há momentos na vida em que, ou ages incontidamente ou te deténs a pensar. Se consegues impedir-te, significa que aquilo com que lidas não é superior às tuas forças; não é arrebatador!... O que basta para se concluir que isso é menos do que poderia ser, ou seja: está para chegar o que o ultrapasse, porque o que é “bom demais” transcende o pensamento e ganha-lhe a batalha, pois que cega, baralha e alucina. Por menos que isso pode ser pouco (para alguns, o resto é só o resto!).
Contudo, somos todos diferentes e, repito, há quem nunca na vida saboreie as suas emoções ao rubro; há até quem se não permita fantasiar.. Porque a razão lho proíbe! E há depois os que já desistiram (mas como isto me incomoda, não vou estragar um belo feriado com a questão; considerá-lo-ei num futuro post).
Em suma: não podemos dizer que uns indivíduos são, apenas e só e sempre assim, e outros assado. Cada qual, com o seu mapa cognitivo peculiar e o seu enxoval de experiências pessoais, desenvolveu estratégias de resposta e mecanismos de adaptação, que o levaram a tecer, a validar e a aperfeiçoar a sua forma de ser. Mas podemos, sim, perceber que o funcionamento de uns tende mais para um pólo, ao invés de para outro:
Há quem receie a surpresa e o descontrolo, e quem receie a rotina e a estagnação. Assim como há os que receiam mais a solidão física, e os que fogem sobretudo à solidão acompanhada. Há de tudo em todos, e acontece sermos muitos! :-)
Há, pois, quem submeta o sentimento ao pensamento, e quem faça questão de escutar o que sente, sem censura.
... Diferentes formas de buscar a felicidade na realidade que se nos oferece!
Contudo, nos tais momentos especiais da vida, as diferenças podem fazer a diferença, porque se requerem elevados níveis de harmonia, de sintonia, de empatia, de cumplicidade.
Mas esta sou só eu a falar.
Que me dizes tu?
Um grande beijinho para ti! :-*

novembro 01, 2006 6:16 da tarde  
Blogger JPD said...

Olá APC

Gostei do teu blog e, uma vez agregado aos meus favoritos, não deixarei de voltar com assiduidade.
Agradeço a tua visita ao melnofrasco.
As fotos tiradas de um qualquer comboio terão constituido o primeiro «Zapping» embora as pessoas não tenham valorizado isso.
No Expresso do Oriente, talvez por estarem tão enfadadas, as pessoas ocuparam o seu tempo a praticar um crime e a constiruir um alibi.
Esquecendo a paisagem circundante, esqueceram a sagacidade de Monsieur Poirot.
Mais non! Mais non!
(É lamentável que a CP tenha abandonado tantas estações e deixado ao vandalismo paineis de azulejos lindíssimos como os da estação de Aveiro e de tantas outras...)
Bjs

novembro 01, 2006 6:37 da tarde  
Blogger Leticia Gabian said...

Amiga poema,
Como te entendo e te sei!
Bem sabe que também sinto muito. Sinto demais.
Beijo pra ti

novembro 01, 2006 9:37 da tarde  
Blogger Luisa said...

Sobre o sentir e o pensar - resumindo: "no meio é que está a virtude". O pior é que ao dizer isto já estou a pensar em como devo dominar os meus sentimentos...E nunca mais saíriamos daqui!

novembro 01, 2006 10:56 da tarde  
Blogger APC said...

JPD: trazes-me mais uma amostra do ouro orgânico que por lá vi, obrigada!
Que bom é ver que...! :-)
Há, pois, que apreciar a viagem que fazemos neste Expresso... Cada paisagem, cada paragem, cada partida...
E acabas a tocar num ponto que me é caro: estações e apeadeiros!; e as estações dos correios de antes e as tascas tradicionais?!...
:-)

Letxi: bem sei, joínha! :-)))

Luísa: nem sempre o meio termo, no meio tempo, a meio gás; nem sempre nada; por vezes tudo!
Nem sempre ameno, morno, monótono...
Se tudo fosse equilibrado, nunca nada nos elouqueceria!
Just think about that! :-*

novembro 01, 2006 11:29 da tarde  
Blogger redonda said...

As suas fotografias ficaram fantásticas. Eu com máquina fotográfica e paradinha no local raramente consigo fotografar assim...

novembro 07, 2006 1:03 da manhã  
Blogger APC said...

Como sempre, na moderação de comentários ficaram presos alguns que só hoje vi (sorry-sorry):

Art & Sininho: obrigada pela presença atenta e verdadeira! :-*

Alf: taí... Seu olhar alinda coisas e pessoas, qu'eu sei!:-)

_____________________________________

Redonda: o mesmo digo eu, acredita! :-)

novembro 07, 2006 7:10 da manhã  
Blogger APC said...

Ressalvas: Luísa, nos comentários que te dediquei, onde está "extremoso" deveria ler-se "extremado"; é Khalil Gibran, e não como escrevi; e, claro "enlouquecer" e não "elouquecer".

novembro 13, 2006 2:03 da manhã  

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