sábado, novembro 11, 2006
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33 Comments:
Olá!!!
Minha cara... querida e camufladissíma amiga! Esta história tem mmmmuuuuiiito que se lhe diga. Devo lê-la outravez, e mais não digo!! Mas que adorei, adorei!!
Beijinhos, lu
e os anjos lá vao entrando
pois... s. martinho
aqui se diz: s. martinho de cedofeita. sabes o que é?
a bendita da musica e os empedrados do texto lá me causaram alguns arrepios...
...obrigado pelas tuas amáveis palavras lá no meu "covil"
...claro que não vou fugir; vou descansar o lobices, dar-lhe um pouco de ar... vou continuar por aí a "uivar" e e espreitar
...tudo de bom para ti também
...um beijinho
Olá APC:
Era dia de S. Martinho... e esta história é uma metáfora que me encantou... quando alguém ma contou...
Beijo
Minha querida amiga!
Foste repescar um belo conto de Natal por ti escrito, e muito bem, no dia 1º de Maio.
E dou comigo a pensar: Natal, S. Martinho, prenda, dádiva, entrega.
Não reza a lenda que S. Martinho deu metade da sua capa a um mendigo semi-nú que tiritava de frio na berma de uma estrada?
Se sim, acho que descobri porque nos recontaste esta história.
Obrigado pelo teu comentário.
E não precisas de ficar com o coração em frangalhos.
Sebes bem que de todas as pessoas se pode esperar o melhor e o pior.
De todas!
Beijinhos
Comecei a ler a história e ia lembrando que já a a conhecia de qualquer parte. Depois é que reparei na data em que fora publicada. E eu até a comentei...O anjo terá sido oferecido? pergunto novamente. Talvez não porque não queremos que saia de nós tudo o que investimos em poesia e amor. Guardá-lo-emos para sempre, bem no nosso íntimo. para que não se perca?
Uma belissima história onde se sente aflorar um turbilhão de sentimentos e emoções que ao mesmo tempo nos deliciam e interrogam!...
Um beijo!
Lu: "Quando se gosta, a eternidade subsiste" - são palavras tuas! :-*
Art: conheço a igreja, mas a história ter-me-ás que a contar! :-)
Lobices: "até já"! ;-)
Papoila: referes-te à história de S. Martinho, espero! ;-)
António: escrita em Novembro, publicada posteriormente, tinha este canto uma semana de existência.
Quanto aos frangalhos, só significa que a tua novela funciona: pões uma mulher a gerar um filho como moeda de troca, e queres que o leitor fique como? Só tu! :-)
Luísa: podemos imaginar a continuação da história a nosso bel-prazer, mas a verdade só Ella a sabe! ;-)
Frog: gostei que gostasses. De novo, desejo o melhor para o lançamento do teu livro - está quase!... Recebe um cumprimento meu, lá para o meio da fila de pessoas que se te acercarão nesse dia!:-)
Em dia se S.Martinho vai à adega e prova o vinho, não é isso? Que saudades dumas castanhas assadas embrulhadas em papel de lista telefónica! :)
Por raros, os anjos devem ser partilhados - não dados, não recebidos, apenas partilhados.
Conta a lenda que houve dois amantes que, ao darem as mãos, foram abraçados pelas asas de um anjo. Divinamente entrelaçados ficaram. Para sempre.
Hoje são eles anjos que percorrem a Terra, à procura de corações belos e camuflados para os abraçar, para lhes dar o toque divino. Ao que sei, têm conseguido.
Aceito, obrigado. :)
"Tanta era a tralha, que o espaço parecia ter sido tão ocupado quanto a sua alma, a fazer lembrar um sótão de alguém cuja vida foi extensa e fruída, grande em histórias e memórias, com muita coisa guardada, com muita coisa perdida…"
Pra escrever o que escreveste... há de se ter vivido em plenitude alegrias e tristezas... pois par'além da beleza literária há profundidade na narrativa.
Deixo o meu abraço fraterno.
De imagem em imagem, de alegoria em alegoria... um texto nada simples, mas que por isso mesmo prende a atenção.
Ganhei este tempo que aqui estive.
Obrigado por o teres reposto.
E o que dizer de uma caminhada que teimamos em fazer a par e passo?
O retrato da generosidade, do amor incondicional e delegado simbolicamente numa imagem, que não é nem mais nem menos que o teu coração.
"...para que cedemos nós aos desejos, se isto é matá-los?... Mas para que lhes resistimos, se isso é matar-nos?
... às vezes, para se conseguir balanço para se seguir em frente, é preciso recuar-se uns passos.
Fazia tanto sentido naquele momento!..."
Foi com a alma quente que te li. Certa que viver minuto a minuto é o caminho. Regressar, contemplar, tocar, oferecer, viver, podem encher-nos o coração de luz.
Ainda que essa entrega seja a própria. No presente, com a história do passado e sem medo do futuro.
Beso
Já sabes -pelo que de mim me conheces, que prefiro comentar "pegando" na estória que leio e dando-lhe alguma "continução" que enviar algumas palavras que podem ser entendidas como de circunstância. No caso vertente opto pela excepção, porque o conto do anjo d´ela (com Ella na protagonista principal... )soube-me às tradições (cada vez mais "juntas" por mor de razões comerciais)do Verão de São Martinho e do Natal do Sapatinho. E como eu gosto de... água-pé e papos d´anjo.
Um beijo e um solarengo domingo para ti!
Gostei imenso da enorme história. Comecei a confundir-me com Ella depois vi que Ella era nome.
"... para que cedemos nós aos desejos, se isto é matá-los?... Mas para que lhes resistimos, se isso é matar-nos?"
Amigapoema,
De todas as belezas lidas no teu magnífico texto, estas ficaram mais fortes em mim.
Mas por ande andará o meu anjo? Pede a Ella pra dar meu endereço pra ele, tá?
Beijo grande.
(vai ao S&T pegar o seu galinho. Agora é teu mesmo)
Ora, deixa cá ver... como castigo... deito a língua fora e faço-te uma careta :-) He, he. inominável.
Ao conto, virei aqui amanhã ou depois. Infelizmente tenho tido muito pouco tempo.
kiss, kiss :) !!!
Cá estou para comer as castanhas
:-)
Não assinas por baixo, mas presumo que seja teu este conto. E, assim sendo, és uma nata contadora de estórias. A arte está contigo :-)
Parabéns, comme toujours e, já agora, que fixação é esta que as mulheres têm ao Richard Geere???
Kiss, kiss :-)
"...a fazer lembrar um sótão de alguém cuja vida foi extensa e fruída, grande em histórias e memórias, com muita coisa guardada, com muita coisa perdida…"
Um só_tão teu! Que en_canto!
Beijo.
"... Ou seremos nós que temos um Natal cá dentro, e uma estranha vontade de o viver?", pois peguei nesta frase para te dizer que pessoalmente n gosto do Natal, Natal de infância sim, agora estes Natais não. O anjo que acompanhou a Ella é o anjo que nos acompanha e que nos fala tantas vezes, umas damos-lhe atenção outras achamos que é a razão a falar ou simplesmente nós que estamos a pensar, anjos e demónios ninguem os tem, mas sim criamo-los à nossa imagem e semelhança, e Natal é só se eu quiser. Beijos e boa semana
Fui buscar umas castanhas que sobraram de ontem para entrar no espírito da época. Mesmo frias, souberam-me Ellas como não me souberam ontem.
E não fosse eu tão desconfiado, tinha jurado que um anjo leu a história comigo sentado ao meu ombro.
Há uma canção dos Rolling Stones -- «BRIDGES TO BABYLON» #8.«SAINT OF ME» que tem o seguinte verso «I thought i heard an angel cry»
Permito-me introduzir aqui uma corruptela para escrever «I thouhgt i heard an angel smile!».
Gostei da «História de Natal fora de tempo».
A Ella é apresentada em "campo aberto" desanuviando e pensando as suas angústias, tristezas, desencontros, cogitando com um estado de espírito algo confuso e sobretudo necessitando de interlocutor.
Depois o registo passa para passeio pelas montras e todos os tormentos são sublimados pela figurinha do anjo vislumbrado na montra.
Da fúria e desassossego do entendimento e demais temores -- outros demónios até demosticados -- passa para uma disponibilidade benigma de afectos que, ultrapassado o labrinto do acesso à loja conflui no auxílio à logista e à distração relativamente à compra do anjo.
Sorte, sorte, sorte, um certo princesinho entrara na loja e desejou ardentemente o anjo para oferecer a Ella -- quimicamente activa! --
A história termina bem, porque se os males de carácter ou os demónios do nosso quotidiano forem aplacados, a disponibilidade para partilhar recrudesce.
Estamos perante uma narrativa cheia de enlevo.
Bjs
Agradecida pelo teu comentário. Achei curioso que a tua personagem de hoje também se chame Ella. A minha só tem menos um "l". Vou ter muito que ler por aqui.
Beijinho.
era dia de s. martinho?
tou a ver porque nao tem passado.
ai ai ai
dia de s. martinho
Neste dia estou presente num jantar de amigos, tradição já com alguns anos... tudo bom para si, um abraço...
Na matemática dos meus números nem S. Martinho conseguia dividir a capa!
Beijoca:)
Sobre o comentário que fazes no meu blog a propósito de "etiqueta", em diversos meios ainda é muito reparada a quebra de certas regras. Nesses ambientes continua a usar-se a etiqueta. Se te levantasses para falar a um homem numa dessas salas, nunca mais lá entrarias...
Amiga desaparecida:
Convido-te a um desafio... visita, por favor, o meu pipocasecarochas!
Beijinho, Lu
Minha boa amiga, vou ler esta história com tempo porque o que já está tão bem escrito que quero usufruir em pleno toda a beleza que ela promete encerrar dentro de si. É por isto que rasgo tantas coisas que escrevo. Ao ler textos tão bem escritos como este, desisto de escrever. E a música? Ficava a qui a manhã toda a ouvi-la. Um beijinho grande
Vou voltar...E feliz Natal!
Capitão: não, não é isso! ;-)
Hole: ahahah… Macacos me mordam se sei o que te passa pela cabeça, jovem! ;-)
Juda: 'bom conservar as tradições que fazem sentido... Sagradas! :-)
Maria: boa linkagem! ;-)
Luísa: não digo que não (de todo). Apenas que, aos poucos, vamos evoluindo no sentido da igualdade.
Vais voltar a Roma? Feliz Natal para ti também! ;-)
Agradecendo a leitura atenta:
Cuotidiano: um dia ainda te proibo de comentares! ;-)))
Rui: foi Ella com elas! :-) [E com um ele!? Lol]
Baptista: obrigada pelo elogio. Um abraço para ti também! :-)
MFC: obrigada sou eu, pelo teu interesse.
Nes: tu nunca me falhas! ;-) Um abraço muito especial!
Legível: soube-te a tradição? A mim, a excepção! :-S
Desambientado: eheheh... Não fosse ser um erro ortográfico! :-)
Letícia: ué!, mas cê tem um anjo lindo demais da conta, miga. Amei o galinho que ganhei de vc! Brigada, viu? :-*
Francis: ora essa... Pois se eu assino o blog!!! [ó pr'a mim de mão na "ianca"!;-) Quando não seja meu, identifico a fonte, comme il faut, tá? Mui grata! :-*
Ah... E não sei a que te referes :-P Será a isto(?): http://www.youtube.com/watch?v=1La8pAd4XvE ou http://www.youtube.com/watch?v=5Pk3BHEl8Po
Daniel: curioso, ambos com sótãos na mesma data! :-)
Sininho: hum… OK, pronto, não se fala mais nisso (lol).
JPD: permite-me a distonia, mas não vejo sorte alguma onde tu a vês. 'Uma questão de perspectiva?
Necessitando de interlocutor em espelho, talvez. O ente como alibi do ego; parte de si que se impõe à razão, permitindo-lhe acreditar, fantasiar, arriscar. "Duas Ellas" (duplo "l") para uma decisão muito pessoal, muito privada, única.
Obrigada pela tua interpretação! :-*
Mamito: és um cavalheiro, e tá tudo dito! Um beijinho para ti.
Licínia: 'fim de noite longa, com uma certa sede de ler algo com qualidade, com emoção, com responsabilidade literária... Foste a minha lufada de ar fresco! :-)
Gostei tanto deste conto! Todos os dias são oportunos para um natal...
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