sábado, novembro 18, 2006

Marcas

Outra pessoa é uma forma. Quem está aberto para amar tem plasticidade. E o objecto amado encaixa nesse massa afectiva maleável. Um amor forte deixa uma marca no amante. Os amantes ficam moldados, cada qual com o negativo do outro impresso no seu. Um amor abortado é uma marca com um vazio perfeitamente desenhado no registo do afecto. Se tiver sido mesmo forte, a marca fica indelével. E nada mais encaixará perfeitamente nessa matriz. Pelo contrário, fica temperado e resistente a ser vincado por outras pressões. Quem nunca amou é uma massa disforme. Quem amou demais tem uma “marca” cristalizada. Eventualmente quebrável... ou não.

(In Glosa Crua, de Carlos Sampaio, 16 Outubro 2006. Excerto de "Partidas Cruzadas", em construção).

Nota: foi do Carlos a primeira visita que este blog mereceu, e bem assim o esclarecimento das minhas dúvidas de principiante. Obrigada! :-)

37 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Não posso crêr!!! Acabar... para recomeçar? Noutro sítio, noutro contexto? Não deixes que agora que te descobri eu seja a última, como o teu amigo Carlos foi o primeiro!!!
Mas... se é isso que queres... esto contigo... sempre! Lu

novembro 18, 2006 1:27 da manhã  
Blogger Carlos Sampaio said...

"Crónica de uma morte anunciada"?
E quanto ao resto, não tem nada que agradecer... :)

novembro 18, 2006 7:48 da manhã  
Blogger Licínia Quitério said...

Também fico pesarosa. Vou ficar sem s teus posts e os teus comentários?
Eu por enquanto ando por aqui. Voltaremos a encontrar-nos.

Abraço, com o meu apreço.

novembro 18, 2006 8:57 da manhã  
Blogger Leticia Gabian said...

Amigapoema,
As marcas que ficam, de tão fortes, não conseguem ser camufladas, não é mesmo?
Espero que, mesmo após o 25 de dezembro, continuemos a nossa valiosa troca de energia, idéias e sentimentos.
beijão

novembro 18, 2006 2:13 da tarde  
Blogger Francis said...

Uma vez mais, venho aqui não para falar do teu Poste mas para te pedir que não te desligues de nós. Não, porque escrevas bem, mas sobretudo por és uma das/dos 20 que me aturam semanalmente. Se te fores abaixo fico só com 19! É um pouco de egoísmo, eu sei. Mas paciência, adoptaste-me e agora não me podes abandonar :-)
Se não tens tempo, é compreensível, mas podes reduzir a actividade, sem te desligares. Please, please, please!
Ah, e também gosto de te ler!
Um beijo e... tem juízo!!! :-)))

novembro 18, 2006 2:34 da tarde  
Blogger AS said...

É uma despedida anunciada???
Não queres reconsiderar?
Quero dizer-te que gostei muito da partilha de palavras que fizemos e sentirei a tua falta... se fores!


Um beijo!

novembro 18, 2006 3:40 da tarde  
Blogger Luisa said...

Quando se viveu um grande amor, tudos os que se lhe seguem parecem mesquinhos. Haverá só um grande amor numa vida? Uns dizem que sim, outros que não.
Quanto ao título do teu post de hoje, quer dizer que vais desaparecer em 25 de Dezembro? Ou essa data tem alguma coisa a ver com o tema de hoje?

novembro 18, 2006 4:15 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Quem nunca amou é mais feliz porque conseguiu sair fora do que nos convence o sistema.isso com relação ao amor entre casal pq há várias formas de amar e muitas delas engrandecem mesmo.

novembro 18, 2006 5:24 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

E o que á a forma se não mais uma propriedade dos corpos (físicos ou não). É o reflexo de cada um e altera-se de acordo com a temperatura da fonte que o molda. É aqui que reside o segredo.

Beso

novembro 18, 2006 7:26 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Quanto ao que anunciaste... és especial. E mais não digo.

Beso

novembro 18, 2006 7:27 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Eu bem que te prometi que um destes dias passaria por este teu cantinho e deixaria aqui, marca minha... Prometi mas não cumpri e disso me penitencio!
É que sabes?!... Eu não sei escrever "bonitinho"!... Os meus escritos são um desordenamento de imagens, são frases de acaso, amontoadas em ideias sem sentido. E se por acaso discorro, faço-o através das minhas recordações e de escritos encerrados na gaveta, por raiva de não ser capaz de escrever algo de novo! Decididamente, os Deuses não foram generosos comigo e não me industriaram na arte de dar alma às palavras! Sim, porque as palavras também têm alma e se tu espreitares, por detrás de cada palavra está o rosto de quem a escreveu!
Deixemos, pois, para outrem a missão de te comentar!
E de resto, tu dás à estampa em cada texto, muito do teu sentir. Inculcas em cada reflexão que pões no papel, nesse teu jeito de criar inquietação... alma, coração sentimento... E isso me basta pela perplexidade que causas e pelo desassossego que provocas!
Escuta! Gostei de passar por aqui! Um deste dias volto e aí, prometo: Escrevo!

novembro 18, 2006 9:42 da tarde  
Blogger Capitão-Mor said...

Agora que me estou a estrear no teu espaço vais abandonar o barco? Espero que seja um daqueles ataques de desistência que afectam todos os bloggers...

novembro 18, 2006 9:43 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

O que é um amor abortado ?
O que é um amor forte ?
Alguma vez se ama demais ou de menos ?

Quanto a mim, grandes confusões se fazem com o que é simples e deve ser puro !

APC depois volta, "estás perdoada".

Bom fds ;*

novembro 19, 2006 1:04 da manhã  
Blogger Maria Manuel said...

Causa-me estranheza ver este texto do Carlos neste blog, com comentários que versam quase todos questões alheias ao próprio texto.

A nota é de homenagem, mas não se chega a perceber em que consiste essa homenagem. Na divulgação?!

A minha estranheza comporta algum desagrado, como já se percebeu. Um desagrado que provavelmente não quererei explicar para além do exposto, mas quis manifestar.

--------------

Se o Camuflagens acabar, termina um blog com conteúdo interessante e forma irrepreensível. Por isso, junto-me ao coro dos que manifestam pesar se tal acontecer.

novembro 19, 2006 1:55 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

Assim, assim?! Não vou me alongar. Talvez dizer obviedades, mas... gosto de ti. Simples assim. Dos textos: forma e conteúdo. Gosto. Simples assim.
Já sabes, né? Quando bater a vontade de voltar... estaremos por cá.
Um abraço carinhoso e fraterno.

novembro 19, 2006 4:48 da manhã  
Blogger APC said...

Artie: tem que ser, minha amiga. Se não tivesse que ser, não o seria. Obrigada por Tu, Lu! :-)

Carlos: e é um privilégio partir ao “som” de uma obra de mestre que um dia destes nos chegará inteira! :-)

Minha cara Licínia: não irás, certamente, ficar sem as minhas visitas, porque aprecio sobremaneira o que escreves.

Letícia: tu desarmas-me, mulher! Fico nua no meio do palco!
E o nosso laço perdurará, tenho a certeza! ;-)

Francis: seu malvado! Olha se eu me debatesse com graves problemas de auto-estima, como era? Depois mandava-te a conta de um psi careiro! E ainda por cima apelas à minha costela maternal, que golpe baixo! ;-)

Frog: mas sabes?... Por vezes parece que estamos a partilhar e não estamos. Como quando publicamos algo com sentido e as pessoas passam por ele a correr, acenando e dizendo olá, mas sem o ver!...

Luísa: o tema de hoje é um trecho lindíssimo da autoria do Carlos Sampaio. A informação que eu resolvi inserir (para não apanhar ninguém desprevenido) é acessória.

Magui: não haverá nenhum sistema capaz de te fazer amar ou de te proibir que ames. Um sistema é um conjunto de regras, e disso se não compadece o amor.

Nes: belíssima intervenção... Para não variar! :-)
[a primeira delas, claro! ;-)]

Meu querido JC... Surpreendente, como não poderia deixar de ser! (Eu à espera de uma sms a dizer: “tô cá!”;-). E tão simbólico: visitas-me pouco depois do início, inesperadamente a meio e agora, pouco antes do fim... A compor a metáfora de que estás sempre presente (sim, porque tu és um compositor mas não queres crer!). Obrigada pelas tuas-palavras-tão-tuas - deixadas aqui, e outras além; ontem e hoje e...!

Capitão: claramente, não sou muito de ataques de desistência. Demoro a desistir, mas quando acontece, percebo que afinal já tinha desistido.

Lois: grandes confusões se fazem quando se lê como conceito a expressão de sentimentos. Quando assim é, há coisas que, por mais que leias, não conseguirás ler; e coisas que, por mais que vivas, não conseguirás viver. Porque nada é assim tão simples.
(E o que é simples? E o que é puro?).

novembro 19, 2006 4:58 da manhã  
Blogger Art&Tal said...

com 52 e algumas experiencias vivas e a cores...

2 casamentos e uns quantos casos serios

nao concordo que este ponto de vista.

um amor... bom... nao digo nada porque seria sempre e apenas o meu ponto de vista.

saude

c.

novembro 19, 2006 7:45 da manhã  
Blogger Caiê said...

... Mas então? Não podemos continuar a ser marcados? Chuif chuif!...

novembro 19, 2006 1:51 da tarde  
Blogger mfc said...

Mas não é necessário que os recortes encaixem na perfeição.
É necessário que ambos tenham a maleabilidade permanente de fazerem ajustes!

novembro 19, 2006 3:15 da tarde  
Blogger Carlos Sampaio said...

Quando se tem que explicar um texto é porque há um problema de quem escreve ou de quem lê. Neste caso, assumo que seja de quem escreve ou devido a ser apenas um extracto.

É ou não verdade que, imediatamente após uma ruptura, fica a sensação que se ficou moldado e com um vazio no local em que o molde encaixava?

Depois ...
"Avec le temps, va, tout s’en va"

novembro 19, 2006 5:20 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

"Quem disser que se pode amar alguém eternamente, é porque mente"

Florbela Espanca

novembro 19, 2006 5:41 da tarde  
Blogger Leticia Gabian said...

Amigapoema,
Voltei pra dizer que vou sentir uma saudade doida do que escreves, do que nos deixa aqui de outros e dos comentários. É um cantinho cheio de alma...e por quantas vezes me descamuflei aqui?!
Já dói antes de acontecer.
Muitos beijos

novembro 19, 2006 5:49 da tarde  
Blogger joão marinheiro said...

Olha. Não digo nada!
Vou ficar sentado sabes, na beira do rio...

novembro 19, 2006 6:48 da tarde  
Blogger LUIS MILHANO (Lumife) said...

Gostei imenso da sua passagem pelo "Beja". Agradeço a visita mais a mais por ter vindo da parte do amigo Batista Filho.

Irei ler com mais pormenor o seu blog. E voltarei.

Felicidades

novembro 19, 2006 7:09 da tarde  
Blogger Maria P. said...

Mas que história é essa do 25 de Novembro de 25 de Dezembro!????

Apetece-me dizer: passou-se!!

novembro 19, 2006 11:28 da tarde  
Blogger JPD said...

Está aqui colocado,num primeiro plano, uma questão de geometria -- perfeita ou (im)perfeita -- que, sem ser resolvida, encaminha-nos para um posicionamento entre o «aquem» eo «além» dela própria, para finalmente, ao ser levantada a questão do amor, reincidir no dilema de ter ou (não) ter amado, ganhos e perdas, balanço gratificante ou não.
Nada disto é extraaordinário. Quem já experimentou o amor não esuqece mesmo que se tenha revelado uma «capela (im)perfeita...(Desejo ardentemente que, uma vez evocada Aljubarrota, não tenha ocorrido espadeirada...)
Resumindo, para me não perder derradeiramente: não amores perfeitos, provavelmente todos começam deliciosamente e acabam ...mal! Mas podemos nós passar sem eles?

(O texto é muito bom, como é obvio)

Quanto à data de edição do último post, apenas me surpreende a data de antecipação. Tão recuada!

Eu lamento que estejas determinada a faze-lo. Engrossarei o grupo que alargadamente desejará continues.
Não me surpreende muito neste sentoido: todos os teus post referiam a data da próxima edição. Quase ninguém faz isso. Cumprias religiosamente.

Pena que estejas a fazer o fim anunciado deste blog.

Provavelmente, estarão sgotadas as metas estabelecidas para ele. Não acredito que estejas exausta aom fim deste tempo todo de edição.

Aguardo para ver, eis o meu desafio.
Bjs

novembro 20, 2006 12:12 da manhã  
Blogger APC said...

MM: temos, portanto, que o meu aviso, no blog do CS, de que publicara o seu texto, acabou por trazê-la cá (e há sempre uma primeira vez).
- Posso compreender o que me diz.
- Chama-se a atenção para uma obra ou parte dela, quando essa nos é significativa. Há dias foi Óscar Wilde, hoje é Carlos Sampaio. Quanto ao agradecimento, seria efectivamente uma pena que fugisse à compreensão do visado, o que não é o caso.
- Julgo saber a que se refere e respeito-o; fez bem em expressar o que sentiu.
- Obrigada, Maria Manuel, e sucesso com o seu blog.

novembro 20, 2006 5:25 da manhã  
Blogger APC said...

Hole: Sim???... "Um amor..." - escuto! :-)

Caiê: até parece, ó recém-chegada (lolol). Bem-vindaaa!!! :-)

MFC: do arroubamento do amor, à manutenção da díade... Onde fica a fronteira entre a compatibilidade natural e a negociação?...

Carlos: em se tratando de uma emoção realmente forte, acontece resistirmos a tirá-la do peito (acontece até não conseguirmos, creio).

"O coração guarda o que se escapa das mãos" (Miguel Esteves Cardoso in Elogio ao Amor).

Muito bem-vindo, José Augusto! :-)

Let: Tu és é linda!... ;-)

João: esgotaste as tuas palavras, eu sei...

Lumife: já agora, se voltar, faça-o dentro de um mês. Não é por nada, é que... ;-)

Maria: passou-se o tempo das camuflagens...

novembro 20, 2006 6:13 da manhã  
Blogger Alberto Oliveira said...

A decisão pertence sempre ao próprio e por isso não te pedirei para ficares. Mas lamento, porque eras uma das pessoas que também fazia com que o meu blog ande. Por isso, fico um pouco mais pobre: pelo diálogo que se acaba entre nós. Mas a vida continua, né?!

um abraço amigo.

novembro 20, 2006 12:40 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Cara amiga.

Custa-me a acreditar que tenhas escolhido a data simbólica do dia de natal para dares por findo o teu blog.

Sabes, também eu pensei em terminar com o meu, mas alguém me fez mudar de ideias. Eu próprio arrepiei caminho,inflecti o meu raciocínio e cheguei à conclusão de que estava a usar de precipitação.

Espero, com sinceridade que, também tu, chegues a conclusões similares. Afinal, mudar de ideias é uma atitude corajosa e reveladora da perene capacidade de nos reformularmos.

Continua!

Um beijinho

El Madrigal.

novembro 20, 2006 2:10 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Um grande amor não se esquece e deixa marcas indeléveis, mas que jamais serão apagadas. Quando se ama verdadeiramente e por uma vida o amor passa a uma amizade indestrutével e um é o prolongamento do outro, sem que se perca a verdadeira identidade.
Agora, muito mais importante, vais deixar-nos camufando-te? Não gostariamos, pelos bons e saborosos momentos quer partilhámos, mas também sei, que tudo tem um fim. Tudo é finito, mas pelo menos, vagiea pela CIDADE!Um beijão

novembro 20, 2006 7:43 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Minha amiga, fiquei triste com a intenção de encerrares este teu canto delicioso e com uma imensa qualidade. Acredita que me vais fazer falta, descobri-te há pouco tempo, mas rápidamente te tornaste numa amiga especialíssima. Gosto de ti, gosto do que escreves, e neste mundo as pessoas cultas como tu são imprescidíveis. No meio da tristeza da notícia da tua desistência encontrei uma estrelinha de esperança. 25 de Dezembro? Celebra-se o Natal. Celebraremos nós também o nascimento de um novo blog? Irei estar atento à estrêla, e segui-la-ei como os reis magos até encontrar a tua nova gruta. Não desistas pedimos-te em coro. Um beijinho muito grande.

novembro 20, 2006 8:39 da tarde  
Blogger Rui said...

Cicatrizes que nos lembram de quem somos. Dizem de onde vimos e nada sobre para onde vamos.

novembro 20, 2006 10:24 da tarde  
Blogger JPD said...

Será uma pena para todos nós se parares as edições do blog.
Sabe-lo muito bem.
Bjs

novembro 21, 2006 12:55 da manhã  
Blogger APC said...

Legível: foi uma alegria ter-me deparado com o teu blog e contigo. O diálogo ninguém o apaga. Obrigada por isso também.

Madrigal: concordo em muito com o que dizes, mas essa inflexão da vontade não a sinto (ou não consinto). Todavia, agradeço-te de coração! :-*

Jo: vagueante sou, e a cidade vai comigo, iluminada e acolhedora dos momentos mágicos que poderiam ser. Um grande abraço!

Mamito: obrigada por me fazeres especial. Se um dia houver novo blog, acredita que te venho buscar!!! Um beijo fraterno.

Rui: assim são as marcas! :-)

JPD (I & II): acabarão os amores todos mal, ou alguns acabarão apenas?...

Já agora, apenas um detalhe não é como dizes: "todos os teus post referiam a data da próxima edição. Cumprias religiosamente" - Não é exacto! Fiz isso apenas num caso (ok, duas vezes), i.e., aquando de uma trilogia [Kairos], exactamente porque se tratava de um tema com continuidade, e porque reduzi a cadência de postagens a semanal. Pensei com isso evitar gorar as expectativas de quem entretanto cá viesse em busca da sequela. Só agora o repeti.
Bom, mas isto não importa muito. Importa explicar, sobre o anúncio, que, se eu tivesse um estabelecimento, também faria por avisar a habitual clientela quando me preparasse para o encerrar, permitindo que essa se habituasse à ideia e escolhesse se continuaria a "investir" a sua confiança no meu, ou a procurar alternativas que lhe assegurassem alguma continuidade. Pareceu-te mal? Já a mim, tudo quanto demais disseste me pareceu muito bem! :-)
E obrigada!!!

Por fim, tentarei responder-te com uma frase que há dias vi num comentário tecido pela Menina Marota, e que me pareceu absoluto:

"Deixei de escrever, porque deixei de viver a minha alma".

novembro 26, 2006 4:26 da manhã  
Blogger Estranha pessoa esta said...

Estás com a MANIA que o último texto é dia 25 de Dezembro..

Deve ser deve
deve deve
...

novembro 27, 2006 5:59 da manhã  
Blogger Estranha pessoa esta said...

Continuar a escrever para reencontrar a minha alma

novembro 27, 2006 6:01 da manhã  

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