O mal é que as pessoas são todas diferentes... Obrigada pela visita a Alenquer. É uma terra escondida entre montes, tão perto da grande capital mas tão puco visitada.
Conheces o blogue de fotografia da Boo, "Caminhando na Terra"? (http://caminhandonaterra.blogspot.com) Tem, entre muitas outras preciosidades, uma recém-publicada colecção da libelinhas... com as suas magníficas e bem-amadas transparências.
Querida APC: Só a transparência dá asas... será que conseguimos sempre ser totalmente transparentes? Será que por vezes a transparência não acaba por nos pesar? Beijos
Se fosse... talvez não visses de tão transparente! Minha linda, resolvi mudar o blog e perdi todos os blogues amigos. Dás uma ajuda a esta naba? Beijinhos
Faço todo o possível para ser o mais transparente possível. É mau? Não sei. Um beijo e já esoperava que se lesses a Nikita irias fazer aquele reparo. Já te começo a conhecer. Mas eu sou doutro tempo, não te esqueças. Mas acho que tens razão. Um beijo
Vixe Maria! E que vôo teria sido!!!!!! Mas, só tu eras transparente!
Há quem queira ser turvo, opaco. Há quem seja pesado demais para voar. Aproveita bem da luz quente que te atravessa o corpo, amiga, e a insustentável leveza do teu ser. Beijinhos mis
"... se eu fosse o teu olhar", apeteceu-me de repente cantar. São labirínticos e prodigiosos os caminhos do nosso cérebro... Trazer à colação, alguém que se pretende com um discurso transparente (musical e político) e não mostra os olhos. Prontos; até pode ser um problema de saúde ou defeito físico, mas... também eu tenho um polegar maior que outro e não ando de luvas todo o santo dia. Bom. Voltemos ao assunto: por acaso até sou transparente porque sou tão magrinho, tão magrinho, que pareço um pau de virar tripas. Vês? Não me custou nada admitir perante o auditório bloguista um dos meus óbices corporais. Tenho mais... mas isto vai por etapas, certo?
Ninguem é totalmente transparente. Eu sei que não sou. Sei que nem tento se-lo confesso. Não consigo deixar de guardar muito do que sou apenas para mim própria. Mas voo. Voo porque apesar do peso daS penas e da falta de transparência e leveza das asas a vontade é forte e faz-se vento soprando o meu voo. Um dia serei mais transparente... serei leve como ar... um dia
O ceguinho pegou no pau de virar tripas e disse ao fantasma: pá, estou tão lixado com isto, que já nem vejo bem. Responde-lhe o outro: tu também? caraças, deve ser uma bactéria que anda no ar, é que eu ando tão lixado, que nem me sinto. O ceguinho: pior deve estar o maneta. O fantasma: maneta? Ceguinho: não é bem maneta, aquele gajo dos dedos esquisitos. Fantasma: Ah! o Pequeno Polegar. Invisual: esse bacano não é amigo do Peter Pan? Entidade: Não, pá. Há miudos nas duas histórias, mas são cenas diferentes. No Peter pan entre o Capitão Gancho, a Fada Sininho... Amblíope: Ganda fada, a sininho. Gosto dela, daquela cena marada de ter asas. Poltergeist: Sempre a achei uma libelinha tonta. Cegueta: Disseste libelinha? Estava a ver que não chegávamos à foto, que esta cena já vai longa Gajo do lençol: vamos mas é ao tacho... passa aí as tripas. Pitosga: ei, mas nada de comer muito feijão, que depois ninguém te atura...
Thiago: Ninguém o é sempre. Não faria sentido. No entanto...
Luísa: É o mal, e é o bem. Ora essa! Como bem sabes, passo amiúde por lá perto, mesmo ao lado, mas de raspão. É um local que sempre me despertou alguma curiosidade. Foi bom ter lá "entrado" por minutos! :-)
Inominável: Sem dúvida! Para além de ser potencialmente desencadeadora do desinteresse a breve trecho, sabemo-lo. Haverá sempre um quê de mistério a preservar, um tal de véu de ignorância a manter. Contudo, tratar-se-ia aqui da transparência de carácter, da franqueza e coragem de revelar, de assumir. A verdade é, também ela, um recurso importante. E estimulante. Sendo que há momentos que não fazem sentido sem ela. E creio que cada um de nós, a cada tempo, assim o sente.
Su: É chamado, em psi, o pensamento contrafactual (mas enfim, contra factos não há argumentos, lol).
Maria P: E às outras cores que fossem...
Maria C: Mais não tenho para dizer. Um beijo.
Despertando: Obrigada, igualmente.
João: Obrigada por aquilo de que foi feito um certo texto.
Art: Eheheheh... [no comments].
Nes: E perceber-se o que não é.
Teresa: Nada mais! :-)
Artspotter: Well, I did see it! Tks so much for your explanation, Gustaaf. Now... U've had already commented here, long time ago, à propos de Brel, remember? Let me say that, in my little opinion, there's no reason for us to thank each other's visits, as we do it because we hope that it will be worth it, am I not right? Donc, c'est mons plaisir de t'avoir ici.
Indeed, I liked a lot your last contribute on PPP, for I see on that pic l'écran qui montre l'object d'exposition et l' observateur soi-même (both in one), comme une fenêtre qui nous permet de pénétrer dans une atmosphère antique et autentique, et, au même temp, un miroir magique dans lequel tu peux te rencontrer (in wonderland alright). Bravo!!! "La Belgique, 12 points"! ;-)
Alors, peut-être, une des plusiers raisons pour lesquelles j'ai aimé ta photo, c'est que j'ai écrit, il y a quelques temps, une histoire qui se passe dans un magasin où on peut trouver une pluralité de pièces décoratives comme celui-là. Cette histoire s'apelle "O Anjo" (L'Ange) et c'est intimement liée a 'cet blog of mine' (lol). C'est pas facile pour moi de la traduire, so you'll have to believe me :-P See ya soon!
Sal: Voo o quanto elas me deixam.
Thorn: Ó diabo!... Mas aquilo é demais para mim, que sou uma mera curiosa nestas artes! Até fico envergonhada, melher! :-P Soberbo! E as borboletas, então?! Quanto eu for crescida também quero fotografar assim! ;-P
Papoila: Claro que não; e claro que sim (respectivamente). E que não sermos totalmente transparentes nos protege e alivia da falta de graça - e nos dá asas, precisamente. Para além disso, descamuflar-nos é um risco, é ficar nú. Creio que, na nossa insatisfação humana, tanto sentimos a falta de uma coisa como de outra, de diferentes formas, em diferentes tempos. Sofremos com isso quando queremos receber essa especial transparência (esse frágil expor do que é nosso) na justa medida em que a concedemos. "Reciprocidade" (como a Teresa alvitrou) parece-me ser aqui a palavra-chave.
Arte: Má notícia seria "resolvi mudar os blogs amigos, e perdi o meu blog" :-P Coming right away! (As we speak).
Teresa: Obrigada. Eu vi a explicação que deixaste em sede própria! :-)
Tinta: Sedutor, o jogo do encobrir/descobrir, velar/desvelar, se ambos o sabem jogar sem que seja preciso explicar-se as regras. Abraço! :-)
Gui: Ai, Jesus... Que eu já estou a ficar previsível para ti!!!:-O Não esqueço, não! Nem quero - venha o viajante e a sua bagagem! :-) E é que lá nos vamos lembrando, ao bom jeito de uma troca de cromos! :-) "Tenho razão"? Também não quero. Dessa, à emoção, pode ir um mundo, e tu escreveste com a mais transparente delas! É mau? ;-)
PS - Ei!... E não era suposto a história não ser tua, mas emprestada? Eheheh... Parece que eu também já te vou conhecendo ;-) (É caso para dizer: "não te esqueças que eu já sou deste tempo!" Lololol).
Meu caro Guilherme, um abraço amigo para ti! :-)
MFC:I put some cream on! ;-)
Alf: Bigada, menino! :-P
Let: Bom... Isso é que foi entrar na minha Ficção!!! ;-) Não ficaria bem comigo própria se não manifestasse que as nossas transparências e opacidades deverão ser aquelas que vão melhor connosco a cada momento. Evidentemente, eu própria me reconheço em ambos os lados (quem não?). A questão está precisamente no verbo que tu utilizas: "Querer"! Só o querer nos faz sermos transparentes. Somo-lo quando e com quem queremos. É assim. Tem mesmo que ser assim. De outra forma não valeria a pena. Sei que concordas; apenas te preocupaste com a aparente vulnerabilidade-de-libelinha! ;-) Um abraço muito grande.
Despertando: Caríssima, não vou esquecer, embora confesse que ando um tanto arredia destas leades. Tempus fugit (e, por vezes, a vontade também); mas, de vez em quando lá surge uma aberta...
Rui: O Voo da franqueza, da coragem e da assumpção. Olha que pode não ser nada leve! :-P
Legível: Ufa!... Ainda bem que eu não tenho os olhos tapados! (I mean, na foto, naturalmente).
M&M: Faz sentido o teu parêntisis; porém, dado que este blog foi criado como um espaço de catarse camuflada, tamanha directividade subverteria a sua essência, ao transformá-lo num muro de recados (ou de lamentações). Ao mesmo tempo, e ainda que seja difícil impedir a tentação de "ensaiar doutrina" em redor de frases soltas, imponho-me a consciência de que não posso temer as interpretações que vier a suscitar, ou melhor seria fechar a página, certo? Sim, penso nisso! Bom... Na verdade, o tempo que passei a olhar para o insecto trouxe essa ideia ao meu espírito, mas, no fundo, ainda que permitindo-me dar asas à acção confabulatória, para todos os efeitos são só reflexos e reflexões de uma qualquer libelinha. Ah... E obrigada! :-)
Perdido: Tou t'aver!... [E é também um "vê se me vês" (como eu sou), i.e. "não queiras ver quem eu não sou" - como na canção do Palma, no post anterior].
Jawaa: E mai nada! :-)
Isabel: Não, claro que não! :-) E talvez mais importante se torne sê-lo em determinadas alturas, que, de especiais que o são, nada senão o mesmo se espera em retorno. Uma questão de "recriprocidade", como disse a Teresa, ali em cima!... De cumplicidade. No entanto, trata-se aqui de uma frase isolada do contexto. Julgo (sim, julgo) que o narrador estivesse a referir-se a um determinado momento em que, no seu sentimento, tal teria sido imprescindível. Ademais, estamos no plano da (micro)narrativa, é preciso não esquecer. Logo, importará saber executar dois movimentos: relativização (nada é sempre) e despersonalização (autor-personagem). Também já tinha saudades dos teus comentários (sempre tão transparentes, afinal).
Rui: "Contigo é só rir" - ocorreu-me. Mas depois eu própria me corrigi: "Não, não é só rir!" :-)
Licínia: Manobra perigosa, essa de não sinalizares que vais usar o discurso indirecto (lol). Achei excelente a interpretação!
Sem dúvida...a transparência urge...quer pela beleza do voo quer pela leveza das asas. Mas para sermos transparentes aos olhos dos outros é necssário SER-SE transparente para si mesmo, num olhar introspectivo e fundo. Para voar é preciso, mais do que tudo, ter um espaço disponível no interior...e isso..minha querida Camuflagens..é que é muito raro... Fica bem Marisa
Eu já sabia. Obrigada à mesma. Olho clínico. Creio que me entenderás. Gosto bastante da tua escrita. Leio-te onde vais publicando. Parabéns. NOTA: Vives onde moras, «porque sim».
Uma fêmea de sympetrum fonscolombii! Adoro estes bichos. As asas desta espécie de libelinhas, além de serem transparentes, fazem-nos ver o que está por detrás de elas como se olhássemos para um vitral.
42 Comments:
Lindo voo.......
Abracinho
Algumas pessoas no entanto não são transparentes, infelizmente.
Bom fim de semana
O mal é que as pessoas são todas diferentes...
Obrigada pela visita a Alenquer. É uma terra escondida entre montes, tão perto da grande capital mas tão puco visitada.
voltei para voar... não sei se a minha transparência ajuda: às vezes ser demasiado transparente torna-se um peso...
se...........
jocas maradas de transparencia
Junto ao azul...
Beijinho e bom fim-de-semana*
Magnífico, APC. Dizes tanto, com economia de palavras e uma imagem!
Mais não precisas dizer.
Beijos, Amiga.
Uma transparência linda.
Parabéns.
Bjs. Bom fim de semana
Assim, assim, transparente, a deixar passar o vento entre os dedos/asas de libelinha, ser´q que se pode voar/sonhar...
Beijo daqui, a foto é preciosa.
pois... eu tambem sou transparente
muuuuuuuuuuuuuito.
Post perfeito.
É o meu problema.
A guerra: a transparência e a falta dela... e o que dói ler o que não se ouve.
Beso
Reciprocidade...
Obrigada pelas palavras deixadas.
Resto de bom domingo.
Beijo
Thanks for your comment on "Wereldstoelenspel". I have just left you an answer on my site. And, yes, that's me on PPP "Ficção"...
Se tivesses asas... olha só o que tinhas para voar... um abraço...
Querida APC,
Conheces o blogue de fotografia da Boo, "Caminhando na Terra"? (http://caminhandonaterra.blogspot.com) Tem, entre muitas outras preciosidades, uma recém-publicada colecção da libelinhas... com as suas magníficas e bem-amadas transparências.
Bjos.
Querida APC:
Só a transparência dá asas... será que conseguimos sempre ser totalmente transparentes?
Será que por vezes a transparência não acaba por nos pesar?
Beijos
Se fosse... talvez não visses de tão transparente!
Minha linda, resolvi mudar o blog e perdi todos os blogues amigos. Dás uma ajuda a esta naba?
Beijinhos
Grata pelo teu comentário à minha foto de Ficção.
A foto foi feita em Londres, estacionado como se uma normal viatura fosse. E é, tal como se vê, apenas toda uma estrutura em arame.
Abraço :)
A mistura da leveza com o desejo, provoca desassossego; por isso é belo!...
Abraço.
Faço todo o possível para ser o mais transparente possível. É mau?
Não sei. Um beijo e já esoperava que se lesses a Nikita irias fazer aquele reparo. Já te começo a conhecer. Mas eu sou doutro tempo, não te esqueças. Mas acho que tens razão.
Um beijo
Cuidado com os aerosóis!!
Eu sei como é...
Queria acreditar que não fosse.
Linda imagem.
Vixe Maria! E que vôo teria sido!!!!!!
Mas, só tu eras transparente!
Há quem queira ser turvo, opaco.
Há quem seja pesado demais para voar.
Aproveita bem da luz quente que te atravessa o corpo, amiga, e a insustentável leveza do teu ser.
Beijinhos mis
Olá amiga, vim convidar-te a ires ao meu cantinho deixei lá fotos do ambiente que me inspirou para a foto Ficção.
Beijinho.
O voo da beleza leve.
"... se eu fosse o teu olhar", apeteceu-me de repente cantar. São labirínticos e prodigiosos os caminhos do nosso cérebro... Trazer à colação, alguém que se pretende com um discurso transparente (musical e político) e não mostra os olhos. Prontos; até pode ser um problema de saúde ou defeito físico, mas... também eu tenho um polegar maior que outro e não ando de luvas todo o santo dia. Bom. Voltemos ao assunto: por acaso até sou transparente porque sou tão magrinho, tão magrinho, que pareço um pau de virar tripas. Vês? Não me custou nada admitir perante o auditório bloguista um dos meus óbices corporais. Tenho mais... mas isto vai por etapas, certo?
abraço.
A fotografia tem transparência, azuis e sensações de efémero que enchem esta página de uma beleza rara!!
(E se as palavras forem de desafio, que elas encontrem asas na resposta...! :-) )
vê
se
me vês
e voa
comigo
Pois é...!
Abraço
Ninguem é totalmente transparente.
Eu sei que não sou.
Sei que nem tento se-lo confesso.
Não consigo deixar de guardar muito do que sou apenas para mim própria.
Mas voo.
Voo porque apesar do peso daS penas e da falta de transparência e leveza das asas a vontade é forte e faz-se vento soprando o meu voo.
Um dia serei mais transparente... serei leve como ar... um dia
Gostei tanto da associação das palavras à imagem.
Um abraço
PS: já tinha saudade des vir aqui
O ceguinho pegou no pau de virar tripas e disse ao fantasma: pá, estou tão lixado com isto, que já nem vejo bem. Responde-lhe o outro: tu também? caraças, deve ser uma bactéria que anda no ar, é que eu ando tão lixado, que nem me sinto. O ceguinho: pior deve estar o maneta. O fantasma: maneta? Ceguinho: não é bem maneta, aquele gajo dos dedos esquisitos. Fantasma: Ah! o Pequeno Polegar. Invisual: esse bacano não é amigo do Peter Pan? Entidade: Não, pá. Há miudos nas duas histórias, mas são cenas diferentes. No Peter pan entre o Capitão Gancho, a Fada Sininho... Amblíope: Ganda fada, a sininho. Gosto dela, daquela cena marada de ter asas. Poltergeist: Sempre a achei uma libelinha tonta. Cegueta: Disseste libelinha? Estava a ver que não chegávamos à foto, que esta cena já vai longa Gajo do lençol: vamos mas é ao tacho... passa aí as tripas. Pitosga: ei, mas nada de comer muito feijão, que depois ninguém te atura...
tiveste medo que eu te tornasse invisível...
um beijo.
"...minha mão é transparente, aos olhos da minha avó."
Mariza - Transparente
Lembrei-me só... :-*
Maria: Merci bien. Abracinho, moça! :-)
Thiago: Ninguém o é sempre. Não faria sentido. No entanto...
Luísa: É o mal, e é o bem.
Ora essa! Como bem sabes, passo amiúde por lá perto, mesmo ao lado, mas de raspão. É um local que sempre me despertou alguma curiosidade. Foi bom ter lá "entrado" por minutos! :-)
Inominável: Sem dúvida! Para além de ser potencialmente desencadeadora do desinteresse a breve trecho, sabemo-lo. Haverá sempre um quê de mistério a preservar, um tal de véu de ignorância a manter. Contudo, tratar-se-ia aqui da transparência de carácter, da franqueza e coragem de revelar, de assumir. A verdade é, também ela, um recurso importante. E estimulante. Sendo que há momentos que não fazem sentido sem ela. E creio que cada um de nós, a cada tempo, assim o sente.
Su: É chamado, em psi, o pensamento contrafactual (mas enfim, contra factos não há argumentos, lol).
Maria P: E às outras cores que fossem...
Maria C: Mais não tenho para dizer. Um beijo.
Despertando: Obrigada, igualmente.
João: Obrigada por aquilo de que foi feito um certo texto.
Art: Eheheheh... [no comments].
Nes: E perceber-se o que não é.
Teresa: Nada mais! :-)
Artspotter: Well, I did see it! Tks so much for your explanation, Gustaaf.
Now... U've had already commented here, long time ago, à propos de Brel, remember?
Let me say that, in my little opinion, there's no reason for us to thank each other's visits, as we do it because we hope that it will be worth it, am I not right? Donc, c'est mons plaisir de t'avoir ici.
Indeed, I liked a lot your last contribute on PPP, for I see on that pic l'écran qui montre l'object d'exposition et l' observateur soi-même (both in one), comme une fenêtre qui nous permet de pénétrer dans une atmosphère antique et autentique, et, au même temp, un miroir magique dans lequel tu peux te rencontrer (in wonderland alright). Bravo!!! "La Belgique, 12 points"! ;-)
Alors, peut-être, une des plusiers raisons pour lesquelles j'ai aimé ta photo, c'est que j'ai écrit, il y a quelques temps, une histoire qui se passe dans un magasin où on peut trouver une pluralité de pièces décoratives comme celui-là. Cette histoire s'apelle "O Anjo" (L'Ange) et c'est intimement liée a 'cet blog of mine' (lol). C'est pas facile pour moi de la traduire, so you'll have to believe me :-P
See ya soon!
Sal: Voo o quanto elas me deixam.
Thorn: Ó diabo!... Mas aquilo é demais para mim, que sou uma mera curiosa nestas artes! Até fico envergonhada, melher! :-P
Soberbo! E as borboletas, então?! Quanto eu for crescida também quero fotografar assim! ;-P
Papoila: Claro que não; e claro que sim (respectivamente). E que não sermos totalmente transparentes nos protege e alivia da falta de graça - e nos dá asas, precisamente. Para além disso, descamuflar-nos é um risco, é ficar nú. Creio que, na nossa insatisfação humana, tanto sentimos a falta de uma coisa como de outra, de diferentes formas, em diferentes tempos. Sofremos com isso quando queremos receber essa especial transparência (esse frágil expor do que é nosso) na justa medida em que a concedemos. "Reciprocidade" (como a Teresa alvitrou) parece-me ser aqui a palavra-chave.
Arte: Má notícia seria "resolvi mudar os blogs amigos, e perdi o meu blog" :-P
Coming right away! (As we speak).
Teresa: Obrigada. Eu vi a explicação que deixaste em sede própria! :-)
Tinta: Sedutor, o jogo do encobrir/descobrir, velar/desvelar, se ambos o sabem jogar sem que seja preciso explicar-se as regras. Abraço! :-)
Gui: Ai, Jesus... Que eu já estou a ficar previsível para ti!!!:-O Não esqueço, não! Nem quero - venha o viajante e a sua bagagem! :-) E é que lá nos vamos lembrando, ao bom jeito de uma troca de cromos! :-) "Tenho razão"? Também não quero. Dessa, à emoção, pode ir um mundo, e tu escreveste com a mais transparente delas!
É mau? ;-)
PS - Ei!... E não era suposto a história não ser tua, mas emprestada? Eheheh... Parece que eu também já te vou conhecendo ;-) (É caso para dizer: "não te esqueças que eu já sou deste tempo!" Lololol).
Meu caro Guilherme, um abraço amigo para ti! :-)
MFC: I put some cream on! ;-)
Alf: Bigada, menino! :-P
Let: Bom... Isso é que foi entrar na minha Ficção!!! ;-)
Não ficaria bem comigo própria se não manifestasse que as nossas transparências e opacidades deverão ser aquelas que vão melhor connosco a cada momento. Evidentemente, eu própria me reconheço em ambos os lados (quem não?). A questão está precisamente no verbo que tu utilizas: "Querer"! Só o querer nos faz sermos transparentes. Somo-lo quando e com quem queremos. É assim. Tem mesmo que ser assim. De outra forma não valeria a pena.
Sei que concordas; apenas te preocupaste com a aparente vulnerabilidade-de-libelinha! ;-)
Um abraço muito grande.
Despertando: Caríssima, não vou esquecer, embora confesse que ando um tanto arredia destas leades. Tempus fugit (e, por vezes, a vontade também); mas, de vez em quando lá surge uma aberta...
Rui: O Voo da franqueza, da coragem e da assumpção. Olha que pode não ser nada leve! :-P
Legível: Ufa!... Ainda bem que eu não tenho os olhos tapados! (I mean, na foto, naturalmente).
M&M: Faz sentido o teu parêntisis; porém, dado que este blog foi criado como um espaço de catarse camuflada, tamanha directividade subverteria a sua essência, ao transformá-lo num muro de recados (ou de lamentações). Ao mesmo tempo, e ainda que seja difícil impedir a tentação de "ensaiar doutrina" em redor de frases soltas, imponho-me a consciência de que não posso temer as interpretações que vier a suscitar, ou melhor seria fechar a página, certo? Sim, penso nisso!
Bom... Na verdade, o tempo que passei a olhar para o insecto trouxe essa ideia ao meu espírito, mas, no fundo, ainda que permitindo-me dar asas à acção confabulatória, para todos os efeitos são só reflexos e reflexões de uma qualquer libelinha.
Ah... E obrigada! :-)
Perdido: Tou t'aver!...
[E é também um "vê se me vês" (como eu sou), i.e. "não queiras ver quem eu não sou" - como na canção do Palma, no post anterior].
Jawaa: E mai nada! :-)
Isabel: Não, claro que não! :-) E talvez mais importante se torne sê-lo em determinadas alturas, que, de especiais que o são, nada senão o mesmo se espera em retorno. Uma questão de "recriprocidade", como disse a Teresa, ali em cima!... De cumplicidade.
No entanto, trata-se aqui de uma frase isolada do contexto. Julgo (sim, julgo) que o narrador estivesse a referir-se a um determinado momento em que, no seu sentimento, tal teria sido imprescindível. Ademais, estamos no plano da (micro)narrativa, é preciso não esquecer. Logo, importará saber executar dois movimentos: relativização (nada é sempre) e despersonalização (autor-personagem).
Também já tinha saudades dos teus comentários (sempre tão transparentes, afinal).
Rui: "Contigo é só rir" - ocorreu-me. Mas depois eu própria me corrigi: "Não, não é só rir!" :-)
Licínia: Manobra perigosa, essa de não sinalizares que vais usar o discurso indirecto (lol). Achei excelente a interpretação!
Sophi: A magia dos afectos...
Tão transparente assim?...
Mas que os deuses sorriam!
Abraço
É mesmo curiosa esta história das libelinhas. Bonito blogue.
Obrigado pela sua visita. Voltarei.kabp
Sem dúvida...a transparência urge...quer pela beleza do voo quer pela leveza das asas. Mas para sermos transparentes aos olhos dos outros é necssário SER-SE transparente para si mesmo, num olhar introspectivo e fundo. Para voar é preciso, mais do que tudo, ter um espaço disponível no interior...e isso..minha querida Camuflagens..é que é muito raro...
Fica bem
Marisa
«íntimo eco de mim
na luz e na água
terra fertilizada com o pó de nós»
Maria José Quintela, in «O mundo fica irreal, mas não me importo», pág. 60, Garça Editores, 2007.
Um abraço LUSO-AFRICANO
Eu já sabia. Obrigada à mesma. Olho clínico. Creio que me entenderás.
Gosto bastante da tua escrita.
Leio-te onde vais publicando.
Parabéns.
NOTA: Vives onde moras, «porque sim».
ABRAÇO AFRO-LUSO.
As diferenças enriquecem-nos mas só às vezes, não é?
espetacular... gosto da forma de escrever... gosto do blog :)
Uma fêmea de sympetrum fonscolombii! Adoro estes bichos. As asas desta espécie de libelinhas, além de serem transparentes, fazem-nos ver o que está por detrás de elas como se olhássemos para um vitral.
Além da foto, gostei muito do seu blog.
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