Como dizes na canção é preciso ter o espírito aberto a todas as diferenças. Dizes isso mesmo no meu blog quando comentas que quer discordes quer concordes, gostas de ver o que escrevemos (eu e a Maria João, minha companheira de blog). Assim deveríamos ser todos: tolerantes. E talvez não houvesse guerras tão brutais como a que está a acontecer no Médio Oriente.
Não posso adiar o amor para outro século não posso ainda que o grito sufoque na garganta ainda que o ódio estale e crepite e arda sob montanhas cinzentas e montanhas cinzentas
Não posso adiar este abraço que é uma arma de dois gumes amor e ódio
Não posso adiar ainda que a noite pese séculos sobre as costas e a aurora indecisa demore não posso adiar para outro século a minha vida nem o meu amor nem o meu grito de libertação
4 Comments:
Dei por mim a trautear esta música, gaita! :-(
So close no matter how far
Couldn`t be much more from the heart
Forever trusting who we are
And nothing else matters
Never opened myself this way
Life is ours, we live it our way
All these words I don`t just say
And nothing else matters
Trust I seek and I find in you
Every day for us something new
Open mind for a different view
And nothing else matters
(...)
("Nothing else matters" - Metallica)
Como dizes na canção é preciso ter o espírito aberto a todas as diferenças. Dizes isso mesmo no meu blog quando comentas que quer discordes quer concordes, gostas de ver o que escrevemos (eu e a Maria João, minha companheira de blog). Assim deveríamos ser todos: tolerantes. E talvez não houvesse guerras tão brutais como a que está a acontecer no Médio Oriente.
And so, we get closer! :-)
Não posso adiar o amor para outro século
não posso
ainda que o grito sufoque na garganta
ainda que o ódio estale e crepite e arda
sob montanhas cinzentas
e montanhas cinzentas
Não posso adiar este abraço
que é uma arma de dois gumes
amor e ódio
Não posso adiar
ainda que a noite pese séculos sobre as costas
e a aurora indecisa demore
não posso adiar para outro século a minha vida
nem o meu amor
nem o meu grito de libertação
Não posso adiar o coração
(António Ramos Rosa)
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