quinta-feira, maio 04, 2006
O meu cãomuflado

REFLEXOS na Camuflagem
Novo Acordo Ortográfico
Convenção Direitos da Criança
Últimos posts
- Ode
- Instante
- Angels (Lyric)
- O Anjo (uma história de natal fora do tempo)
- Coisas boas a dois
- Ageism e Auto-estima nos Idosos
- Poema
- One Love, one Heart, one Soul...
- Regresso ao ISPA (após longa ausência)
- Da Preliminariedade do Medo
Desde 25 Abril 2006
- abril 2006
- maio 2006
- junho 2006
- julho 2006
- agosto 2006
- setembro 2006
- outubro 2006
- novembro 2006
- dezembro 2006
- fevereiro 2007
- março 2007
- abril 2007
- maio 2007
- junho 2007
- julho 2007
- agosto 2007
- setembro 2007
- outubro 2007
- novembro 2007
- dezembro 2007
- janeiro 2008
- março 2008
- abril 2008
- junho 2008
- julho 2008
- agosto 2008
- novembro 2008
- dezembro 2008
- janeiro 2009
- fevereiro 2009
- março 2009
- maio 2009
- agosto 2009
- fevereiro 2010
- abril 2010
- maio 2010
- agosto 2010
- dezembro 2010
- novembro 2011
- dezembro 2011
- janeiro 2012
- março 2012
- abril 2012
- junho 2012
- setembro 2015
- One Love...
- ... Do Medo
- O Infinito
- Diz o Meu Nome
- Este Temor
- Hoje
- Inverno
- Primeiro Beijo
- Moises et Moi
- Avassalador
- Chove
- Despertei
- Esse Jeito
- Closed
- O momento
- Último momento
- Abismada
- Coisa simples
- Wonder if
- Em mim
- Aromas
- À Toi
- Um pouco mais
- En passant
- Anima Pluviae
- Onde upon a time
- Talvez
- Trilogia ao sol
- In Porto(me)
- Ab-reacção
- NOTHING MORE

6 Comments:
1. Admiro aquele que ocupa o seu lugar e não o meu. Está bom de ver que é mais para o gato do que para o cão.
2. Já me tenho a mim ... e chega! :)
Nasceu a 13 de Abril (como eu), quando eu tinha 13 anos, e viveu também 13. Era uma chihuahua, como o cachorrinho que ilustra este post; e anã... Tão pequenina, que chegou cá a casa como que dentro de uma concha entre duas mãos que a aqueciam; e em adulta não ocupava mais que a área de um livro enquanto dormia enroladinha.
Chamámos-lhe Cléo; de Cleópatra, que parecia quando assumia aquela pose imperial, deitada sobre a barriga, torneando-se de modo a moldar-se à nesguinha de sol que entrava pela janela e de cabecita erguida se alguém a olhava.
De nome completo Cleópatra Bicho da Costa - Bicho por parte dos pais, Costa da família de adopção - era extremamente esperta e muito afectuosa. Lambeu-me as lágrimas da adolescência; fazia greve de fome se acaso eu não dormia em casa; era a delícia dos garotos na praia quando corria, como uma gazela, na areia molhada.
A Cléo era de raça pura, mas sem "valor comercial", até porque para a sua frágil constituição física não havia veterinário que desse garantias da dose da vacina "oficial" a aplicar. Tinha também a particularidade de ter um número ímpar de maminhas.
O tempo foi passando, a sua vista falhando, os ossos dando de si, o coração enfraquecendo. É curta a vida destes bichinhos - têm uma esperança média de vida de 10 anos - mas a nossa memória não é! :-)
A minha menina tem sido a minha companheira, amiga, confidente, nos últimos 10 anos da minha vida, com ela e por ela eu tenho sido muito feliz, existem dias na minha vida que é por ela que me levanto, me visto e vou trabalhar, é ela que faz com que eu sorria no fim de um dia de trabalho, é ela que me ouve naqueles momentos mais escuros e tristes, e é dela que recebo o maior carinho e amor. Amo-te TECA
Aki fica o meu cometário k me pediste agora quero o da Cléo
Sininho, obrigada. Já lá está! :-)
A todos: também no blog da Sininho as v/ histórias serão bem-vindas:
http://sonhoserealidades-sininho.blogspot.com/2006/08/animais-os-nossos-melhores-amigos.html
Sabes...dizem que não há coincidências, mas o meu primeiro animal foi uma chihuahua, quando nasci ela tinha poucos dias, crescemos juntas, fomos amigas inseparavéis até ao fim da sua vida, tanto que a Nanai decidiu morrer tinha eu 12 anos deitada aos meus pés onde dormia todas as noites desde que ambas chegámos a casa. Era a minha melhor amiga, confidente, protectora e tudo o mais. Desde que ela morreu fui incapaz de viver sem a presença de um cão na minha vida, até hoje...hoje tenho a Cléo, de Cleópatra, mas o meu pai fez o trocadilho de Cléopatas.Mas como tu dizes, a memória não tem idade, e todos os meus cães estão comigo, e quem sabe um dia nos voltaremos a encontrar para lá do arco iris.
A dona e a Cléo desejam-te um feliz dia.
Esta coisa das conversinhas de "toucador" dá para enternecer, APC... Uma descrição muito bonita! Aconteceu-me com...um canário que me seguia por toda a casa, até no WC. E se empoleirava no ombro, e me acordava fazendo ninho no meu cabelo e bicando. Também era o meu confidente e morreu na minha cama de adolescente. Incrível a ternura que nos pode dar um pequeno bicho, que nem pensa... Memórias ternas. Beijinhos
Enviar um comentário
<< Home