I - Monte dos Vendavais
Nova partida, novo regresso.
Se, uma semana antes, vim à frente da onda do calor, desta vez foi no embalo do primeiro aguaceiro, prenúncio de temporal.
Lá calhou!
Não que fugisse, que me não escuso às mudanças do tempo [e tu?]
... Viver a fugir é fugir a viver!
Se, uma semana antes, vim à frente da onda do calor, desta vez foi no embalo do primeiro aguaceiro, prenúncio de temporal.
Lá calhou!
Não que fugisse, que me não escuso às mudanças do tempo [e tu?]
... Viver a fugir é fugir a viver!
Na cabana, junto à praia,
Entre as dunas e os canaviais...
(Foto: 16 de Agosto 2006, 17:32; poema: "Na cabana junto à praia", José Cid, 1979)
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4 Comments:
Pelos vistos andas numa de reviver canções portuguesas! Esta do José Cid é bem bonita.
Tão só ela me ocorreu, dada a paisagem... A exterior e a interior :-)
"Não que fugisse, que me não escuso às mudanças do tempo [e tu?]
... Viver a fugir é fugir a viver!"
Se todos nós não fugissemos, mesmo às mudanças do tempo, seriamos completamente mais felizes, mas quantas vezes essa não fuga implica um deixar andar, uma lamecha. E a fuga com temporal ou sem ele, faz-nos tão bem, só é necessário recolher a âncora e zarpar.
As escolhas implicam renúncias. Se aquelas são as velas, estas pesam como âncoras. Mas não é sem velajar que se conquistam as ondas, que se conhecem marés, que se superam tempestades. Um abraço.
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