Silêncio (lyric)
Às vezes é no meio do silêncio
Que descubro o amor em teu olhar
É uma pedra
Ou um grito
Que nasce em qualquer lugar
Às vezes é no meio de tanta gente
Que descubro afinal aquilo que sou
Sou um grito
Ou sou uma pedra
De um lugar onde não estou
Às vezes sou também
O tempo que tarda em passar
E aquilo em que ninguém quer acreditar
Às vezes sou também
Um sim alegre ou um triste não
E troco a minha vida por um dia de ilusão
Às vezes é no meio do silêncio
Que descubro as palavras por dizer
É uma pedra
Ou é um grito
De um amor por acontecer
Às vezes é no meio de tanta gente
Que descubro afinal p'ra onde vou
E esta pedra
E este grito
São a história daquilo que eu sou
Que descubro o amor em teu olhar
É uma pedra
Ou um grito
Que nasce em qualquer lugar
Às vezes é no meio de tanta gente
Que descubro afinal aquilo que sou
Sou um grito
Ou sou uma pedra
De um lugar onde não estou
Às vezes sou também
O tempo que tarda em passar
E aquilo em que ninguém quer acreditar
Às vezes sou também
Um sim alegre ou um triste não
E troco a minha vida por um dia de ilusão
Às vezes é no meio do silêncio
Que descubro as palavras por dizer
É uma pedra
Ou é um grito
De um amor por acontecer
Às vezes é no meio de tanta gente
Que descubro afinal p'ra onde vou
E esta pedra
E este grito
São a história daquilo que eu sou
("Silêncio e tanta gente" - Maria Guinot, vencedora do festival da canção de 1984)
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2 Comments:
Invadindo...
Adorei a poesia da bisa Olímpia. Brilhante metáfora entre o amor e a luzinha do bicharoco....
É bem-vinda a invasão:-)
Na verdade, ainda não trouxe para este blog nenhuma das criações da Bisolímpia, como pretendo fazer com mais tempo e alma.
Todavia, achei merecido partilhá-las no comentário ao "Acasalar à meia luz" (14 Junho) da Cláudia (onde viste): http://nadaeaquiloquepareceser.blogspot.com/ e também (outro poema) em http://o-jardim-de-aspasia.blogspot.com/ (post "Parabéns Pai!", 14 Junho).
Um abraço.
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